O “Tricô do Bem”, carinhosamente chamado de “Mamães do Tricô”, é um projeto do Clube de Campo de Mogi das Cruzes (CCMC) que tem mais de 11 anos de história e conta com mais de 60 associadas voluntárias que desenvolvem variadas peças de tricô. Depois de prontas, elas são doadas para instituições de caridades. Hoje, são 30 entidades beneficiadas com enxovais, mantas e gorros de tricô, entre outros artigos, muito necessários ainda mais nessa época de frio.

Antes da pandemia de Covid-19, as voluntárias se encontravam no clube para tricotar e ajudar entidades. Nesses últimos meses, as atividades continuaram sendo realizadas, mas individualmente, com cada uma em sua casa. Porém, com a mesma dedicação.

“Nesse período, centralizamos as entregas de lãs bem como o recebimento das produções das voluntárias em minha residência”, comenta Maria Aparecida de Campos Vital, uma das responsáveis pelo projeto “Tricô do Bem”.

Maria Aparecida coordena as voluntárias desde o início e lembra que a primeira doação dos artigos foi realizada em sua casa. Ela dispunha as peças na garagem e as pessoas iam buscar as doações. Com o crescimento do projeto, as entregas para instituições foram centralizadas no Clube de Campo de Mogi das Cruzes. Hoje, o “Tricô do Bem” conta com pelo menos 30 entidades que recebem as peças produzidas.

Recentemente, Maria Aparecida realizou a entrega de enxovais, mantas e gorros de tricô para representantes da Santa Casa de Suzano e de uma casa de repouso do município de Guararema.