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Com a proximidade do início da Festa do Divino Espírito Santo de Mogi das Cruzes, no dia 5 de maio, várias ações começam a ser desenvolvidas na Cidade em torno da festividade religiosa e cultural. Nesta terça-feira (26), por exemplo, mais três Subimpérios do Divino foram abertos: um no 17º Batalhão da Polícia Militar, outro na Câmara Municipal e um terceiro na Mogidonto, uma das parcerias comerciais do secular evento.  A Festa do Divino será realizada até o dia 15 maio, sob o tema “Divino Espírito Santo derramai sobre as famílias a graça da Misericórdia”. Os festeiros são Mônica de Sousa Mello e Sérgio Braz de Souza e os capitães de mastro Helena Kioko Mori Fujii e Ciro Fujii.

Os Subimpérios são altares onde os fiéis pedem, agradecem e fortalecem a sua devoção pelo Espírito Santo. As montagens, como reza a tradição, ocorrem em escolas, empresas e órgãos públicos. E até dias antes do início da Festa do Divino, mais altares serão abertos. Nesta quarta-feira (27), o compromisso dos festeiros e capitães de mastro é com a abertura do Subimpério na Universidade Aberta à Integração (Unai), às 15 horas, no prédio da Universidade  Braz Cubas (UBC), no Mogilar. No período da noite, às 20 horas, os empresários Sidemir Carlos Inácio e Silas Odilon Ignácio, do Grupo Padrão, recebem os festeiros e capitães de mastro da Festa do Divino, em sua sede, em César de Souza.

A quase uma semana do início da festividade religiosa, o casal de festeiros, Sérgio e Mônica, conta que a ansiedade e a preocupação para que tudo saia perfeito começam a ficar mais frequentes. “Dá um nervosismo, mas estamos trabalhando no sentido de que tudo ocorra perfeitamente bem e que os devotos tenham uma linda Festa do Divino como tem sido ultimamente. Graças a Deus, temos vários anjos do nosso lado com palavras que nos fortalecem. Todo mundo trabalha com alegria e as pessoas não fazem ideia da imensidão que é essa festa. Ela é imensa de gratidão e amor”, diz Sérgio. Mônica, por sua vez, ressalta que ir às escolas fazer a abertura dos Subimpérios tem sido um grande aprendizado. “Nesta semana, por exemplo, fomos à Associação Madre Esperança de Jesus, no Piatã, onde nos acolheram muito bem e isto por pessoas que ao menos conheciam a festa. Foi a primeira vez que eles montaram um altar. Ver o sorriso das crianças e a devoção dessas pessoas só nos fortalece”, comenta a festeira.

Para o capitão de mastro Ciro, a união que há entre os fiéis, associados e festeiros é algo difícil de descrever. Além disso, diz ele, levar a Bandeira do Divino às escolas é uma experiência inesquecível que ele e sua esposa, Helena, jamais pensavam passar. “Tudo isso só nos fortalece. Para quem tem fé, a bandeira tem uma representatividade muito forte. Então, as pessoas querem tocar nela mesmo”, destaca Ciro.