O I Prêmio História da Música Mogiana, idealizado pelo produtor cultural Paulo Betzler, irá homenagear dez artistas/bandas/duplas/trios da cidade de Mogi das Cruzes, que tenham trabalhos autorais e registrados em vinil, cd ou em plataformas digitais. Esses artistas serão escolhidos por votação popular, que já está acontecendo e segue até o dia 24 de janeiro, pelo APP https://pollie.app/hcaco, divulgado nas redes sociais Facebook (@historiadamusicamogiana) e Instagram (@premiohmm). Ao todo, 44 trabalhos concorrem a premiação nos mais variados estilos musicais, da MPB ao Hip Hop (veja quadro completo de participantes).

O evento de homenagem a esses artistas acontece no dia 29 de janeiro, às 20 horas, no Teatro Vasques, apenas para convidados, seguindo as normas de segurança sanitária praticadas durante a Pandemia da Covid-19. Posteriormente, em fevereiro, em data ainda a ser definida, a premiação será transmitida ao grande público pelo Youtube e Facebook, já editada, como um evento virtual.

“A realização do I Prêmio História da Música Mogiana traz um aspecto singular na projeção e divulgação de obras realizadas em décadas de registros artísticos na cidade de Mogi das Cruzes, que sempre teve a característica de ser, reconhecidamente, um celeiro artístico. Essa premiação fecha um ciclo de oportunidade no alcance e mostra desses trabalhos artísticos; alcance, esse, que trará mais visibilidade para suas os artistas e suas obras” explica Betzler, que também é músico percussionista, compositor e arte-educador.

O I Prêmio História da Música Mogiana está sendo realizado com recursos da Lei Aldir Blanc, via Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. Os dez vencedores da votação popular receberão um troféu-escultura confeccionado pelo renomado artista plástico mogiano Maurício Chaer e um incentivo financeiro de R$ 100,00 para cada um.

“Nunca aconteceu na cidade de Mogi das Cruzes uma premiação aos seus artistas musicais, evento exclusivo e original para um seguimento tão importante para a relevância da cultura mogiana”, completa o idealizador que, desde meados de março, com a Pandemia, passou a fazer uma série de lives intituladas História da Música Mogiana com os cantores, compositores e intérpretes de Mogi, pelo Facebook. As lives, na verdade, deram origem ao I Prêmio HMM.

I Prêmio História da Música Mogiana

Participantes e obras

Acme Sam – “De Onde Eu Venho”

Alex Constantino – “Segredo”

Aline Chiaradia – “Estreitos Nós”

Beto Bianchi – “Sambatronic”

Bia Melo, Fernando Novais e Pedro Cirilo – “Supernova”

Brenô – “Alvorada”

Carlos e André Melo – “Big Charles”

Carlos Eduardo Zappile Albertini – “Gaó – Bem Mogiano”

Celso Andrade – “Brisa”

Dani Dias e Amanda Araújo – “Amaranto”

Daniel Sawaya – “Sentido da Luz”

Daniel Trettel – “Final de Outono”

Déo Miranda – “Poesia Dura”

DK Cinco – “Ao Vivo”

Enio Lobo – “De Cara”

Evandro dos Reis e Tiago Nepomuceno – “Matuto Baião”

Formigão – “Vozes do Berimbau”

Gui Cardoso – “Não Sei Pousar”

Henriette Fraissat – “Sons & Tons”

Henrique Abib – “Henrique Abib”

Jabuticaqui – “Agô”

Juliane Rodrigues – “Mnemosine”

Léo Zerrah – “Todo Mundo Quer Amar”

Lívia Barros e Gustavo Lima – “Carta na Manga”

Maestro Niquinho – “Uma Vida Dedicada a Música”

Marcos Favela – “Um Recado”

Paulo Henrique – “Caipirerê”

Pedro Abib – “Reviravolta”

Rabicho – “Levando Um Samba”

Roque Martins – “Sete Paus”

Rui Ponciano – “Pico do Urubu”

Sandra Vianna – “Original”

Sarah Key e Karen Santana – “As Lavadeiras”

Serginho Machado – “Um Cancioneiro Degustador de Palavras”

Seu Eurico – “80 Anos”

Thaís Naomi – “Avessamente”

Thiago Costa – “Seu Silêncio”

Topsturvy – “Bloco da Esquerda Festiva”

Ulisses Garcia – “Trindade”

Valeria Custódio – “Púrpura”

Waldir Vera – “Em Casa”

William Souza e Jonas (Avulsos S/A) – “Sempre Enfrente”

Xê Casanova – “Caixa de Música”

Yrapoan Júmior – “Madeira de Lei”