mozart e bach dentro 0407

Um estudo israelense revelou que ouvir as músicas de W. A. Mozart é mais promissor ao desenvolvimento de bebês prematuros do que ouvir músicas de J. S. Bach. A pesquisa, realizada no Hospital Ichilov, expôs 12 prematuros à audição de músicas dos dois grandes compositores eruditos e mediu os níveis de absorção de oxigênio e de emissão de dióxido de carbono, o que permitiu aos calcular a taxa metabólica dos bebês.

Vários estudos já demonstraram os benefícios da audição de música clássica ao desenvolvimento de prematuros. Mas esta pesquisa, conduzida por Dror Mandel e Ronit Lubetzky, conclui que a influência de Mozart sobre dos bebês é única.

Os 12 nasceram na 30ª semana de gestão e pesavam, em média, 1,2 quilo. Eles foram divididos em grupos; em meia hora, os que foram expostos à música de Mozart tiveram redução de 9,7% na taxa metabólica comparação aos bebês que não foram expostos. Já a exposição à música de Bach levou à queda de 4,5% na taxa metabólica, em comparação aos que não tinham sido expostos.

“A queda na taxa metabólica de bebês prematuros os leva a perder menos calorias e a ganhar peso mais rapidamente”, explica o dr. Mandel, que conclui: “Na literatura médica, há uma suposição de que a repetição de temas musicais, característica da maioria das composições de Mozart, é parcialmente responsável pelo efeito calmante da música”.

Um estudo publicado em dezembro último revelou uma diminuição na atividade de foco epilético em crianças que ouviram a Sonata para Piano em C maior (K545). E um estudo publicado no mês anterior mostrou melhoria em crianças que tinham zumbido no ouvido depois de ouvir a Sonata para Dois Pianos em D maior (K448).