Quem pensa que vida de colunista social é cor-de-rosa…rs…está redondamente enganado.  Claro, que pelo fato de ser colunista social o trabalho adquire um certo glamour  e é justamente esse o papel do colunista, observar os fatos e deles extrair notícias relevantes de um grupo social, de todos os gêneros, compartilhando-as com os devidos comentários, revelados com uma certa personalidade  que no exercício diário se consolida em estilo que faz a diferença. Hoje, quarta, acordei as 7 horas, ontem fui dormir passava das 23 horas, tomei o café da manhã e iniciei a edição de minha coluna no Oi Diário, que sempre fecho com a jornalista Maria Salas na hora do almoço. Depois encontro o Messias Venturine para apararmos as arestas da comemoração dos meus 66 anos. Volto a repetir, o mote da festa é o reconhecimento dos amigos com os quais vivo e convivo em sociedade, sempre registrando os melhores momentos de suas vidas. Esse é o meu trabalho. Que, já faz tempo, deixou de ser trabalho e hoje é uma terapia. Com disciplina e determinação, é preciso reservar tempo para esse mister. Não há varinha de condão. Se quero fidelizar o leitor tenho que sentar ao computador e compartilhar diariamente o que se passa em minha cabeça. Como faço agora. Sem frescura. Espontaneamente, como gosto. E desejo uma quarta iluminada a todos. Aquecida pelo amor que demonstramos uns aos outros.