E chegamos a segunda de carnaval.E eu curtindo uma deliciosa sessão nostalgia. Lembrando só das coisas boas. Como não queimei etapas em minha trajetória de colunista social, a minha porção carnavalesco foi desfrutada em grande estilo, sai três vezes pela Beija Flor de Nilópois, frequentei inúmeros Bailes do Copacabana Palace, conheci personalidades, fiz amigos, em Mogi  sassariquei nos bailes do Clube de Campo e União Futebol Clube, no Comercial, numa ala, de Pierrot,  depois na Nico, e em 1986 encerrei a carreira do deslumbramento carnavalesco  desfilando pelo Comercial com uma fantasia cheia de plumas e estrasses. Bons tempos. E como tinha que ser, hoje aos 65 anos, estou muito tranquilo neste sentido. Tinha convites de amigos, agradeci, mas preferi permanecer em casa. Claro, estou tendo um carnaval bem light. Em companhia de amigos.  Como tem que ser. Tudo a seu devido tempo. Já não bebo mais e quando se está mais sóbrio é que se percebe o comportamento das pessoas..rs….a bebida em excesso sempre deixa a pessoa se sentindo invisível e falando o que não deve em público. Para não dizer  que não curti o carnaval, ou seja, sai de casa com esse objetivo, fui com satisfação ao Abre Alas do Clube de Campo, que rolou correto e quem merece parabéns é o presidente Kikko Mello que se comportou elegantemente circulando pelo salão da Duarte de Freitas com desenvoltura entre amigos e associados, cumprindo o seu papel, um comportamento, eu diria,  civilizado, ingrediente este que quando cultivado só gera positividade. Com educação, sempre. No sábado, convidei a amiga, Ucha Castanho, e fomos conferir o agito carnavalesco na av Cívica. Sem grandes expectativas. Passamos pela barraca de comida árabe e fomos conferir os desfiles. Tudo realmente simples, mas emocionante. Pessoas  simples saindo da sua rotina na avenida. Fiz registros que compartilhei no Instagram. Encontrei alguns amigos, poucos conhecidos, mas fiquei sabendo através de um jornalista que eu deveria voltar no domingo porque é neste dia que os políticos saem das tocas…rs…sempre prestigiam as escolas mais conhecidas. Ah! me lembrei, para se ter uma idéia do quanto eu gostava de carnaval, fui o samba enredo do São João, em 2005. Contaram a história da minha vida e me senti homenageado. Acabei não conseguindo ir  assistir os desfiles de ontem. E nesta segunda, trabalho um pouco, compartilho os flashes do Abre Alas, by Harrison Roseling, e curto o home sweet home em companhia de amigos, os mais próximos, que sempre aparecem e são bem-vindos. E vamos, que vamos. Sempre olhando para a frente e para o alto tomando sempre o cuidado para não tropeçar nas pedras que existem pelo caminho…rs… Um caminhar vigilante. Cair até pode. Agora permanecer no chão, jamais. Que esse seja o nosso lema em 2016.