A segunda-feira, dia 16 de maio, inicia chuvosa. Está chegando mais  uma frente fria, aliás, pertinente, afinal, estamos no outono. Daqui a pouco começa o inverno. E ficamos naturalmente mais in door. Ontem, fui dormir mais cedo e acordei as 6 horas, descansado físico e mentalmente, pronto para o trabalho da semana que deverá ser acelerado, por conta, é claro, da Feijoada do Willy 2016 que ocorrerá no próximo sábado, no Rancho Vacaloca. Continuamos convidando os amigos e os amigos dos amigos e se forma uma corrente de positividade liberando nas pessoas a alegria de viver. A Feijoada do Willy, há 20 anos, é  um acontecimento que por si só já chama a atenção quando é anunciada. Tem gente que foi em uma, tem gente que foi em todas, enfim, um público diferenciado, movido pela positividade. É um programa gostoso. E cada feijoada teve particularidades e a deste ano, garanto terá as suas. A minha vida profissional continua em franca evolução e agradeço a Deus pelas oportunidades que tem surgido em meu caminho. Algumas até incompreensíveis…rs… Trabalho sempre com a convicção de que o que tem que ser, será, faço a minha parte, da melhor maneira que há, e o resto o universo cuida de arrematar segundo o meu esforço, meu empenho, o meu desejo, afinal de contas, sem tesão não há solução. De uma coisa eu tenho certeza, os amigos vão estar lá. E isso é o mais relevante. Messias Venturine produz um cenário especial, uma logística diferente a fim de criar um clima mais aconchegante ao Vacaloca.  Manira Andery e Fanny Pacca reservam as camisetas que até o final da semana devem se esgotar. Não deixe para a última hora. Pode ficar sem. São duas décadas da mais pura efervescência, aliás registrada no livro W Crônica de um tempo,  em um capítulo intitulado Feijoada do Willy com mais de uma centena de fotos. Aproveito a oportunidade e a amiga, Manira Andery, sorteia alguns exemplares do W.