“Acima, como embaixo” foi traduzido mais recentemente como “Interno, como externo”. Você é como você pensa. Na verdade não são apenas o praticantes do “ novo pensamento” que estão proclamando isto, mas já faz um bom tempo que os médicos começam a entender que os nossos pensamentos criam a nossa realidade e o nosso estado de saúde.

Cada um de nós tem a chance de escolher como reagir diante de uma determinada circunstância. Podemos ser positivos ou negativos; podemos escolher entre a confiança e o medo. Originalmente não fomos criados com o espírito do medo; ao contrário, como seres espirituais, fomos destinados a ser plenos de amor e confiança mas, com os anos da existência humana, a negatividade se incorporou ao inconsciente coletivo da humanidade.

Mesmo assim, cada vez mais, as pessoas se tornam conscientes da sua responsabilidade em relação ao outro. Físicos e cientistas realizam experiências para provar que somos todos uma só entidade, que cada alma está ligada a todas as outras; que somos realmente parte de um todo; e que o que cada um faz afeta todos os outros. E em tempo de Internet isso é ainda mais perceptível.

Nas últimas décadas tem crescido o número de pessoas escolhendo esse tipo de crença e agindo de acordo com ela e, como resultado, não estou falando de religião, sim de espiritualidade, nosso mundo pode ficar um pouco melhor. Cada vez mais, as pessoas acreditam             que um poder maior do que elas assume o comando. Quando regemos a nossa mente de forma positiva, sem sermos guiados pelo nosso ego, nos tornamos verdadeiramente mestres do nosso mundo e do nosso destino, e podemos, sem dúvida, criar, para nós, uma vida feliz, alegre e livre.

Tenho buscado a compreensão melhor da vida realizando o que tenho que realizar como colunista social, consciente de minha minha missão, ultrapassando barreiras, e conquistando vitórias, por aprender a compartilhar sempre o melhor. Agora, com olhos só para a realização da Feijoada do Willy 2019, que vai de vento em popa. Os amigos se manifestam positivamente  e as demonstrações de carinho calam fundo em minha alma. Aprendo a me dedicar ao que gosto de fazer, ao domínio do nosso mundo, como jornalista, no lugar de ser a sua vítima. Em vez de permitir que sejamos consumidos pelo nosso ego, precisamos lembrar que  cada um de nós é o co-autor da vida. E com essa consciência podemos alçar novos voos,  acima da negatividade e permiitir que a divindade que mora dentro de nós, nos guie para melhores soluções.