“Mogi das Cruzes está unida e não aceitará um aterro sanitário atrasado em seu território. Além disso, a cidade possui uma alternativa concreta e ambientalmente correta para dar destinação a seus resíduos sólidos”. Com esta frase, o prefeito Marco Bertaiolli sintetizou o pensamento do município sobre a proposta de instalação de um aterro sanitário pela Queiroz Galvão, durante a reunião do Movimento “Lixão Não – Usina Sim”, realizada na última sexta-feira (22). O encontro foi dividido em três etapas. Na primeira, o secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Romildo Campello, e o diretor André Saraiva destacaram as inconsistências legais do processo de licenciamento ambiental do aterro constatadas pela consultoria Falcão Bauer, contratada pela Prefeitura para analisar o caso. Em seguida, a secretária-adjunta de Assuntos Jurídicos, Dalciani Felizardo, explicou que o município possui seis ações em andamento contra a instalação do aterro – três deles estão reunidas em um só processo. Por fim, Bertaiolli deu detalhes da Usina de Tratamento Térmico e Geração de Vapor. No próximo dia 12 de março, técnicos da Sabesp virão a Mogi das Cruzes e apresentarão um estudo detalhado de como a unidade vai funcionar.