Viver o hoje, o aqui, o agora, o tempo presente, esse tem sido o meu lema já há algum tempo. Não me preocupo mais com o futuro a ponto de ficar estressado. Vivo bem o hoje e o futuro será aquilo que planto. Se vier a existir…rs…planto honestidade e tenho a certeza que o universo me prepara um futuro promissor. Acordo neste sábado agradecendo a Deus por mais um dia, com saúde, e como sou quem traça o meu destino tenho mais é que ter a consciência de que o tempo não passa, voa. Eu que o diga. Iniciei outro dia como colunista social, no dia 29 de novembro de 1975, mais de 4 décadas se passaram e ainda continuo na jornada me lapidando  e tentando ser um pouco melhor, não passar em vão por essa vida. O tempo realmente não passa, voa. E como passa. Nada é permanente. Hoje, pela manhã permaneço em casa, fazendo o que mais gosto, que é escrever, renovar o conteúdo do portal e dar a minha costumeira volta pela chácara, sempre agradecendo ao Eterno pelas bênçãos, a maior  delas, o simples fato de estar vivo, que muitas vezes vem também em forma de problemas, para que os solucionemos e  deles tiremos boas lições. A vida é um aprendizado. A tarde, na Santa Helena, tenho um encontro marcado com a amiga, Ana Rosa Augusto, que gentilmente está alinhavando comigo a noite de autógrafos do livro W Crônica de um tempo, que pretendo realizar no Porto Boulevard, em Suzano, agora no início de junho, no dia 2 ou no dia 9, ainda estamos decidindo qual a melhor data. Afinal, no livro W há fotos de amigos de Suzano. Ana Rosa o folheou e fez uma lista. São muitos. Suzano merece uma atenção especial. Faz parte da minha história.