Viver e conviver em sociedade realmente é uma arte. As vezes eu gostaria de entender algumas pessoas que de repente mudam de comportamento. De amigas passam à ser indiferentes,  como se fossem bipolares, e  me pego pensando o quanto é difícil conviver com gente que se comporta desta maneira. São imprevisíveis. Tem alguns, eu brinco, são mais que bipolares, são tri…rs…não há outra explicação. São mal resolvidas. E sabe o que tenho feito com gente desta natureza? Simplesmente a ignoro e deixo que o tempo se encarregue de revelar o seu verdadeiro carácter. Uma hora a máscara cai.  Estou há mais de 40 anos observando e registrando os fatos mais relevantes de uma sociedade e tenho histórias muito peculiares neste sentido. Muitas. Histórias que já estou escrevendo para o livro de Memórias que pretendo lançar no dia do meu aniversário, ou seja, no 12 de julho, de 2020, quando eu completo os bem vividos 70 anos. Uma coisa a maturidade me trouxe de bom. Um outro olhar. O olhar de um expectador que percebe o quanto o ser humano é complicado e simplesmente releva os deslizes. Melhor, não alimento mais expectativas e assim não me decepciono. Amigos, amigos, na verdadeira acepção da palavra, realmente são poucos. E  pelo fato de ser colunista social eu tenho um pouco mais. E  os preservo. Serão lembrados com carinho em meu livro.