Acordo cedo para variar…rs…olha, faz calor no Rio de Janeiro. O sol brilha lá fora e da janela do meu quarto, olho para a direita e vejo o mar de Copacabana. Acordo bem, agradecendo a Deus por mais um dia de vida, pelas bençãos e pela oportunidade de reencontrar velhos e queridos amigos, Franklin e Venicio. Ontem, saímos para jantar e recordamos  momentos do final da década de 70 e inicio de 80 e celebramos o aniversário de Franklin. O regabofe ocorre amanhã, com comidas de boteco, para um seleto grupo de amigos. Desopilamos o fígado com algumas histórias que juntos vivemos aqui no Rio e em Mogi das Cruzes onde foi meu hóspede alguns meses retratando socialites. Lembramos também dos bons tempos do restaurante Vernissage, em Penedo. Enfim, assunto nós temos e de sobra para alimentar boas conversas…rs…Hoje, sábado, a pauta é livre. Acho que não vou à praia. Aguardo o meu anfitrião para me inteirar sobre o que vamos fazer. Só sei que a noite já tenho encontro marcado com o Carlos Nunes, que é cabeleireiro, na época em que o conheci em São Paulo, há 30 anos, trabalhava no Jambert, e inúmeras vezes colaborou comigo no Willy Studio. Um grande profissional.  Foi mais que meu amigo. Para bom entendedor, meia palavra, basta…rs…Há muitos e muitos anos retornou para o Rio de Janeiro e vamos nos encontrar hoje a noite. É vizinho de Franklin. O universo conspira a meu favor, porque vejo nesse final de semana no Rio de Janeiro a oportunidade de recordar bons momentos, respirar fundo, e retornar renovado para os novos desafios que se aproximam. Saio literalmente da zona de conforto. E no Rio de Janeiro. É preciso mais?