Ando um pouco intransigente. Comigo mesmo e com os outros. Questionamentos vêm a minha cabeça com mais frequência e entre eles o fato das pessoas se comportarem em sociedade, amuadas, revelando-me que não dá mais para conviver com gente que se melindra por qualquer coisa…rs…Dia desses encontrei uma amiga querida, que considero como se fosse minha irmã, que não via há muito tempo, e fiquei triste com a história que me contou, de que havia sido alijada da família, pelo marido e as filhas. Se a história procede ou não, não me cabe julgar. Fiz um registro sobre o fato ocorrido, sem dar nomes, como costumo fazer, e sei fazer isso muito bem…rs… e não é que uma de suas filhas se incomodou com a notícia e ao invés de me procurar para saber o que estava ocorrendo, simplesmente me ignorou numa festa em que estive como se eu tivesse alguma culpa. Vestiu a carapuça…kkkkk. Acho que é o contrário. Ela é que tem que repensar o seu relacionamento com a mãe e eu não tenho nada a ver com isso. Sou de uma geração que Mãe, e ela é também, a gente tem que respeitar, ouvir as suas histórias e, o que é mais relevante, respeitá-la como ser humano, passível de falhas. Mas quando o dinheiro fala mais alto, e ele anda curto eu sei, a desavença ocorre e causa estragos que não tem conserto porque mexem com a emoção que geralmente acaba em frangalhos. E por andar intransigente não me conformei com o comportamento adolescente da fulana, que precisa sim, de um bom puxão de orelhas…olha só como sou antigo…rs… e compartilho essa história, verídica, não estou inventando nada…rs… que como todas que escrevo, como diria a moçada, bomba. Um pouco de pimenta desperta, me tira da zona  de conforto, e, consequentemente, o webleitor, que fica curioso.