Acordo na sexta agradecendo a Deus por mais um dia. E aprendo em minha meditação matinal com o cabalista Rav Berg, em seu livro Imortalidade, o que Rabi Ashlag declarou de forma tão bela: ” Tudo neste universo é como a semente de uma árvore. Todo o futuro, a raiz, tronco, galhos e folhas, e mesmo os frutos já estão incluídos dentro da semente, apenas aguardando seu desabrochar.” E aprendo desabrochar aquilo que já estava preparado num âmbito não material. A semente contém a raiz num nível não material. Quando a semente é plantada, a raiz se  revela como uma entidade material, física.  O mesmo pode ser dito da gravação de uma música em fita ou CD, que é uma versão não material até ser tocada e revelada para o ouvinte como uma linda melodia. Eu me sinto o aparelho de som em que o mestre inseriu uma determinada fita ou CD necessários para que eu seja o porta voz da natureza do tempo cabalístico compartilhando revelações.  Quando mudamos nosso conceito anterior da “morte” como algo absoluto e irreversível, tudo começa a fazer sentido.  Resumindo, ontem, hoje e amanhã estão todos no aqui e agora.