Viviane, Zeca e Mônica em uma de minhas festas nos Anos 90. Nesta terça visitei Vivi que se recupera de cirurgia ortopédica

 

A minha terça-feira rolou sobre carretéis. Pela manhã permaneci em casa, trabalhando, depois fui almoçar no Dom Bistrô, de lá segui para a M8 Imóveis, onde sempre passo, entreguei convites para a Cidinha Menichelli, retornei para casa, troquei de roupa e peguei a estrada rumo a Suzano para visitar a amiga Viviane Galvão de Oliveira, que fez uma cirurgia ortopédica e se recupera muito bem. Logo vai estar livre, leve e solta novamente, dando asas à sua joie de vivre.  Como de costume me recebeu com chá, café e guloseimas e durante quase 3 horas conversamos, colocamos a prosa em dia, e recordamos momentos de uma amizade que está completando os 40 anos, com muitas histórias vividas, só para citar duas, as viagens que fizemos para New York e Paris, onde celebrei com um seleto grupo de amigos, os 21 anos e os 25 de colunismo social. Quando decidi deixar o Diário de Mogi, Viviane e  Estevam me receberam para o  desabafo e  me apoiaram na iniciativa de dar um novo rumo ao trabalho que realizo, está fazendo 17 anos que isso ocorreu, o tempo não passa, voa. Algumas dessas boas histórias constarão, com certeza, no livro que estou alinhavando intitulado “ Tô Lembrando”. Como está convalescendo ainda,  não irá à festa dos 43 anos, mas estará muito bem representada por suas filhas e pelo marido, Estevam e amigos que vão estar na mesa. Ela é quem vai compor.  Confesso, que fiquei triste, mas como a quero  bem, desculpo a sua ausência…rs… Vivi, como a chamo carinhosamente, tem brilho próprio, uma mulher de personalidade marcante, que jamais passa despercebida nas festas que venho realizando do final dos Anos 70 para cá. De cabeça não saberia enumerar em quantas esteve. As das comemorações de aniversário de colunismo não perdeu nenhuma.  E nesse gostoso clima de Déjávu, recordando momentos de uma amizade que se consolida pautada pelo respeito e bem querer, encontrei esta foto no arquivo, de Viviane com Zeca Lizot e Mônica Feliciano, cintilantes, compondo um belo portrait, não sei precisar a festa, mas, com certeza, foi em uma das que realizei no salão do Clube de Campo, nos Anos 90. Um registro que vale por mil palavras. Alto astral. Concluindo, ao retornar para casa, sento ao laptop e dou corda à imaginação,  com demonstração de carinho a uma amiga do coração, que eu admiro. Adorei estar com ela.