Hoje pela manhã li um texto que me emocionou muito. E esse texto foi escrito por uma amiga, Cecília Yoshizawa, que conheci adolescente, vi crescer, se tornar uma moça muito bonita, uma oriental estilosa, que trabalhou com moda, a sua família era dona da BBC, depois surgiu a BBC Vanguarda e em seguida a Vertiperto, com a chancela dela, a loja mais moderna na época, idos Anos 80, acho que chegando aos 90. Trabalhou com o Airton Sena. É preciso dizer mais alguma coisa? Claro que não. Hoje  é uma mulher madura, bem resolvida, casada com Carlos Kirmayr, e mãe de Constance e Max e que evolui pelo que pude perceber com a sensibilidade a flor da pele. Cecília não é à toa que sou seu fã. E como tenho como missão destacar as boas coisas que a vida nos oferece, uma nova consciência, o tempo passa, e constato que o mais importante nesta vida é compartilhar. E é como vejo esse belo texto postado por ela em sua página no Face. E o repasso adiante com a certeza que será lido por um público afinado com os questionamentos que ocorrem no dia a dia e não podem passar despercebidos. A inclusão.

“Quando se tem um filho “normal”, que tem boas notas, estamos felizes. Quando ele faz o que lhe pedimos, estamos felizes. Mas é uma alegria “normal”, porque, obviamente, é o nosso dever. Mas quando se tem um filho com algumas limitações, cujo processo de aprendizagem é talvez o mais longo do que os outros filhos…. a felicidade para cada pequeno avanço é uma alegria “especial”.
Gostaria de pedir um favor sobre um assunto importante para mim:
É a semana da educação especial, autismo, dislexia, TDAH (deficit de atenção e hiperatividade ), Paralisia Cerebral. Para todas as crianças que lutam a cada dia para ter sucesso e aqueles que tentam ajudá-los.
Seria bom ensinar os nossos filhos a serem simpáticos e a aceitarem todos os colegas de turma. As crianças com necessidades especiais não são estranhas. Eles querem o que todos querem: ser aceitos!!!”

Max, Kirmayr, Cecília e Constance
Max, Kirmayr, Cecília e Constance