Quando afirmo que as mulheres são relevantes em minha trajetória de colunista social não estou exagerando.  A ponto, este ano, de realizar a festa dos 41 anos de colunismo tendo como tema, a amizade, a amizade de mulheres que fazem a diferença em minha vida e por isso mesmo serão homenageadas. Maria Aparecida Hardt Pires, a Cidinha, está inserida, hors concours, na lista de mulheres que não passam despercebidas. Eu a considero como se fosse minha irmã. Na semana passada, se submeteu a uma cirurgia de hernia de hiato com o médico gástrico, Luis Bot, no Biocor, e se recupera, e muito bem, em casa, paparicada pelo marido Roberto, pelo filho Beto e com a  torcida dos amigos que  se manifestam com carinho.

Cidinha
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