Melissa comemorou com a família e amigos o seu aniversário, com uma deliciosa noite de caldos no Plancha Parrilla

Ontem, segunda-feira (13/8), permaneci em casa, almocei, e, à tarde, fui à Clinical e o doutor Calzinho olhou o resultado do exame, que fiz recentemente, e me disse que estava tudo normal. Confesso, respirei aliviado.  Retornei para casa e só a deixei novamente para ir à Missa de 7º Dia do amigo, Roberto Pires, que já faz uma semana que nos deixou. O padre Cláudio celebrou a missa tendo ao lado o padre Dorival. Ambos destacaram a relevância como ser humano de Roberto Pires, que não passou despercebido por essa dimensão, muito pelo contrário, é lembrado pelas suas atitudes que revelavam um ser humano fora de série. Cumpriu a sua missão. Costumo observar que Missa de 7º Dia é como uma ferida que está cicatrizando e se abre novamente, porque a perda é muito recente, e a tristeza ainda é grande. A Catedral de Santana estava cheia de amigos que fizeram questão de sair de casa numa segunda-feira fria para abraçar e beijar Cidinha, Denise, Beto, Neto, Luísa, enfim, a família toda. Confesso, me emocionei ao abraçar e beijar a Cidinha, que continua inconsolável. Só mesmo o tempo vai acalmá-la. E lhe disse, ao pé do ouvido, conte comigo sempre, Deus vai lhe consolar e dar novo sentido à sua vida, respaldada no amor que recebeu a vida inteira de sua alma gêmea. Da Catedral, passei no Plancha Parrilla para dar um beijo na Melissa Machado, que comemorava o seu aniversário cercada pela família e amigos. Tomei um caldo, estava delicioso, engrenei uma prosa com o Rogério e, à francesa…rs… não estava no clima de festa, retornei para casa, pensando que a nossa existência é mesmo pontilhada de fatos alegres e tristes. De uma missa de 7º Dia, fui a uma festa de aniversário. A vida é assim. E, portanto, vamos aproveitá-la da melhor maneira que existe. Nos amando enquanto estamos vivos, porque o futuro a Deus pertence. Como não poderia deixar de ser, registrei a bela aniversariante, com o marido, Edmond, e o filho caçula, Benício, que destaco na capa do Caderno W, revelando a sua joie de vivre. Parabéns, Melissa. E com ela dou o start no exercício diário, alegre, de compartilhar os fatos mais relevantes de uma sociedade, que observo há quase 43 anos.