Viver e conviver em sociedade é uma arte. Há quase 45 anos na estrada, me considero, sem falsa modéstia…rs…um PhD no assunto. Observo com amigos que sou um sobrevivente…rs…colunista social nos dias de hoje está em extinção. Os tempos são outros. Mas, o melhor de tudo, é que nunca tive medo de mudanças, incontáveis de cabeça…rs…que me trouxeram, beirando os 70, a esse momento tão especial que vivo, difícil, de reclusão, um momento de repensar a vida, que tem o seu lado positivo, me permite consolidar o Caderno W devidamente afinado ao espírito da época. Quando completei os 40 anos de colunismo social os comemorei com uma bela festa no salão do Clube de Campo, onde, este ano pretendo celebrar, com uma festa black-tie, os 45 anos de trabalho. Em grande estilo. E lembrando dessa noite memorável, acessei o arquivo, passeei os olhos pelas fotos, e parei nesta, linda, aliás, digna de porta-retrato, de meus grandes amigos, Angelita e Aristides Cunha Neto, com o filho, Pedro, que é médico e dos bons. E a compartilho celebrando a vida, os bons momentos, que quando são desfrutados, permanecem para sempre no rol das boas lembranças.