– Ninguém tem os dois pés do mesmo tamanho. Caminhar para ver se há bom equilíbrio pode ser uma boa.
– Nem muito largo, nem muito apertado. Certinho é ruim.
– O risco de dores e lesões de um salto de dez cm é praticamente o mesmo do que um acima de 4 cm.
– Lacear é mito: o sapato, na verdade, deforma e gera calos, entre outros.
– Terrenos irregulares são os maiores causadores de acidentes como torções, fraturas e rupturas de ligamentos.
– Vale conhecer suas próprias limitações. Alternar os saltos muito altos com sapatos mais baixos (estilo plataforma) é eficaz.
– Cada um pode reagir de uma forma ao uso, mas o ideal é ir até o local do evento com um tênis ou sapato mais confortável e colocar o salto somente quando realmente for necessário.
– Reveze o tipo de salto no dia a dia, para não deixar o pé sempre na mesma posição.
– Pés descalços são melhores que com rasteirinha, por exemplo. O pé se adapta ao terreno, já a rasteirinha não tem flexibilidade alguma.
– Devemos movimentar os dedos livremente, dentro dos calçados, com folga de pelo menos 1 cm entre o calçado e o dedão.