intercâmbio dentro 1912

Antes restrito a estudantes, principalmente, do Ensino Médio, o intercâmbio cultural tornou-se opção viável (e até mesmo essencial) para profissionais e universitários. E, em alguns casos, para casais e para a Terceira Idade.

Além da experiência e do conhecimento de outro idioma, a viagem para o exterior para fins educacionais ajuda a ampliar os horizontes culturais. Hoje, o grupo de quem faz intercâmbio conta com muitos jovens recém-formados e também aqueles que já estão há mais tempo no mercado de trabalho e querem se atualizar. “A maioria ainda é na faixa de 18 e 30 anos, mas temos notado um crescimento grande de pessoas com mais de 45/50 anos procurando um curso no exterior”, afirma Flávio Crusoé, diretor geral da BEX Intercâmbio, agência com mais de 20 anos de mercado e dez escritórios espalhados pelo País. Segundo ele, a diversidade de idades é explicada pelo fato de o intercâmbio estar mais popular e atraindo diversos tipos de clientes, e também porque a terceira idade está mudando seu perfil. “Eles estão mais aventureiros, dispostos, e também com mais dinheiro para gastar em viagens”, acrescenta. (GO)