Os diretores Paulo Casella (Financeiro), Bruno Borghetti (Marketing e Comunicação), Rogério Nabarretti (Administrativo) e Walter Zago Ujvari (Patrimônio) apresentam as novidades aos jornalistas / Crédito: Maria Salas

Muitos são os projetos do Clube de Campo de Mogi das Cruzes (CCMC), um dos mais tradicionais da Cidade, que em agosto deste ano completa 63 anos de fundação. Planos, como a ampliação de espaços esportivos, estacionamento, restaurante e até mini estação de tratamento de esgoto. Tudo para beneficiar os mais de dez mil frequentadores do clube, se for levar em consideração os 3.250 títulos de associados. A previsão de investimento é de R$ 2 milhões. As novidades foram anunciadas na manhã desta quarta-feira (11/3), em café da manhã com a Imprensa, promovida pela atual diretoria, presidida por Pedro Paulo Gonçalves. Também estiveram presentes os diretores Paulo Casella (Financeiro), Bruno Borghetti (Marketing e Comunicação), Rogério Nabarretti (Administrativo) e Walter Zago Ujvari (Patrimônio).

Dentre as mudanças, a primeira delas é a que está relacionada à secretaria, ao Departamento de Aprendizado Desportivo Infantil (Dadi) e à brinquedoteca, em atendimento a um antigo pedido dos associados, como explica o presidente do CCMC, Pedro Paulo Gonçalves, que trabalha com o slogan “Clube de Campo, Visão 2030”. “A secretaria ficará próxima da entrada do clube, o que vai garantir maior controle da entrada e saída dos associados e a segurança de todos. A segunda grande mudança é a conclusão da arena beach tennis – vamos complementar seis quadras. O gramado do campo de futebol também será trocado, assim como a fachada do CCMC também irá passar por uma revitalização. Também temos uma verba destinada para uma pequena reforma no Salão Social, na parte de infraestrutura.

E as novidades não param por aí. A atual gestão, preocupada com a sustentabilidade e o meio ambiente, está com um projeto de fazer uma mini estação de tratamento de esgoto, além da troca do cabeamento e a substituição das lâmpadas atuais por LED, o que garantirá a redução no consumo de energia, que hoje gira em torno de R$ 400 mil (ano)”. “Estamos iniciando um estudo muito arrojado, porém atual. Ainda seguindo esse raciocínio de consumo de energia, vamos apostar em painéis fotovoltaicos, um assunto que vem sendo discutido desde o ano passado. A ideia é cobrir as três quadras de tênis, algo que também é muito solicitado pelo associado, então vamos ter um outro pavimento e passaremos a ter seis quadras de tênis”. Os painéis produzirão energia suficiente para atender todo o clube e até ter um excedente, que poderá ser utilizado para aquecer uma das piscinas do parque aquático, que hoje é climatizada, ou até mesmo devolver à rede ou transformar em crédito, já atuando no modelo de sustentabilidade.

Além disso, na região do privê será erguido um prédio de seis andares, com quatro andares de estacionamento e dois para abrigar o privê, que será panorâmico, um restaurante e toda a diretoria ficará instalada nesse prédio. Esta obra, depois de passar por todos os trâmites legais e aprovada, leva de seis a oito meses para ficar pronta. “A minha ideia é, até o meio do ano, atualizar o projeto para suprir demandas antigas, como o estacionamento”, diz Pedro Paulo.

A área da bocha será desativada, por falta de uso, e poderá abrigar uma área de fisioterapia e medicina esportiva e corretiva, um estúdio de pilates e um espaço para o desenvolvimento e prática dos chamados E-games (jogos eletrônicos). Estas obras terão o aporte de investidores.

 

O presidente do CCMC, Pedro Paulo Gonçalves, fala sobre os projetos futuros que irão beneficiar os associados / Crédito: Maria Salas