Acupuntura também é indicada para crianças
Acupuntura também é indicada para crianças

O medo de agulhas é algo muitas vezes associado às crianças, mas é quando a acupuntura é o tratamento indicado para o caso? Lívia Minatel, consultora de amamentação do Espaço Acalanto e acupunturista, garante que a acupuntura pediátrica tem como diferencial a forma de atendimento da criança e o tipo de estímulo utilizado. “Sementes ou esferas metálicas são mais utilizadas como estímulo ao invés de agulhas, o que torna o tratamento totalmente indolor, podendo ser complementada com outros recursos, como a acupuntura auricular”. A aplicação da acupuntura é feita em meio a diversas atividades lúdicas o que torna o tratamento prazeroso para a criança.

A acupuntura pediátrica pode tratar vários distúrbios, mas os mais comuns são hiperatividade, dificuldade para dormir, dores musculares, diarreia ou constipação, cólicas, falta de apetite, enurese noturna (urinar na cama após três anos), resfriados, renites, quadros de asma, entre outros. O tratamento pode ser feito de forma preventiva, fortalecendo o sistema imunológico. “Pode ser usado para espaçar as crises de asma e resfriados no inverno, bem como diminuir seus sintomas, ou diminuir a agitação da criança”, finaliza.

A acupuntura tradicional chinesa desperta a curiosidade e o interesse em muitas pessoas. O objetivo da técnica é recuperar o equilíbrio energético restaurando por completo a saúde. “O equilíbrio energético proporciona melhora do sono, diminuição da ansiedade, melhora do funcionamento orgânico em geral, aumento da circulação e absorção de nutrientes, ativação da produção de colágeno e elastina, melhor oxigenação celular e eliminação das toxinas”, elenca os benefícios a consultora.

Além disso, a acupuntura tem grande eficácia no tratamento de diversas patologias e lesões, não apresenta efeitos secundários nocivos e tem ação preventiva. “O campo de atuação da acupuntura é imenso, podendo ser usada em todo e qualquer problema de saúde, desde os mais simples até os mais complexos”, afirma Lívia Minatel.