O olhar atento de Willy Damasceno passeia pela cidade, de Mogi das Cruzes, e percebe que  sua área gastronômica  sofre sérias  turbulências. Modéstia a parte, como colunista, sou bem informado…rs…não estou inventando…rs…Esta semana passando pela Norival Tavares vi que o restaurante japonês fechou, estou sabendo que um próximo dali foi colocado a venda, os seus proprietários, que não são da área, com certeza, se cansaram e querem passar o empreendimento adiante, enfim, mexer com comida, decididamente, não está em alta. Um grande número só troca figurinhas.  Restaurantes são abertos e poucos conseguem se manter, obtendo lucro, e trocar figurinhas, por pura vaidade, chega uma hora que cansa. Mantêm-se ativos os que trabalham profissionalmente, oferecendo boa comida e preços bons.  Enganação não sobrevive. É só dar uma volta pela cidade para se perceber quem tem realmente movimento. Poucos. Conversando hoje com um amigo, da área, me contou que a coisa está feia, até o Mocotó, o famoso restaurante de comida nordestina, está encerrando as atividades em São Paulo. Enfim, esse é o cenário. E não poderia deixar de comentá-lo. Como observa um amigo, nos ultimos tempos o que mais se abriu em Mogi das Cruzes foi farmácia e hamburgueria. Sinal dos tempos.