E o carnaval passou. Costumo observar com amigos que tudo nesta vida passa, até a uva…rs…Como é sabido, no Brasil o ano só inicia politica e economicamente após o carnaval. Como hoje é quarta-feira de cinzas, recordo a minha juventude quando ia à missa receber cinza em forma de cruz na testa…rs…para perdoar os pecados cometidos. Pelo jeito os políticos emendam até domingo…rs. E a vida lá em Brasília só inicia na segunda próxima. Mas vamos lá. Eu, confesso, adorei o sossego da minha casa, longe da folia, aproveitando para trabalhar em cima dos projetos idealizados para 2019.

Dando corda ao trabalho, continuo  mantendo o Caderno W como formador de opinião, a edição impressa de fevereiro circula no próximo final de semana, deixada de propósito para após o carnaval, quando a vida realmente retorna ao seu ritmo normal, alinhavo com Rose Odashima e Lailson Santos a exposição “ Bem me Quer”, com mulheres com mais de 50, agendada para ocorrer grandiosa no dia 28 de março no Patteo Mogilar, que começam a ser fotografadas na loja Arrumando a Casa a partir do próximo sábado. Em seguida tem a Feijoada do Willy, que ocorrerá no dia 25 de maio no restaurante Mirante do Paraiba, na sequência, em junho, a comemoração do meu aniversário da qual não abro mão,  e no segundo semestre rola a festa dos 44 anos de colunismo social em lugar que ainda estou escolhendo.

Paralelamente trabalho em cima do projeto do meu terceiro livro, “ Tô Lembrando” com histórias vividas  ao longo de uma existência, destacando os meus 45 anos de colunismo social em Mogi das Cruzes. Trabalho é o que não falta. E dele não tenho medo. Os desafios incentivam a me manter no podium como formador de opinião. É uma missão que cumpro com a maior satisfação, colhendo bons frutos.

Nesta vida, temos muitos desafios a enfrentar e superar. É quase como se estivéssemos em uma grande escola de treinamento que dura a vida inteira. Logo que um desafio é vencido, parece haver outro à nossa espera. Passamos grande parte dela apenas resolvendo nossos problemas. E através deles vamos crescendo e amadurecendo. E, no meu caso, exercitando o sentimento de gratidão por estar vivo, com saúde, disposição para o trabalho, e para aproveitar o que de melhor a vida pode nos oferecer, celebrações e viagens.