E chegamos à ultima segunda-feira de novembro. O tempo passou como num piscar de olhos. Entramos em dezembro, o ultimo mês do ano, contabilizando as perdas e os ganhos de um período marcado indelevelmente pela crise econômica, que atingiu a todos de uma maneira geral. 2016 foi, eu diria, o “pior” dos anos de minha vida, mas paralelamente, está sendo o melhor, porque acordo aos poucos, como tem que ser, bem orientado, para a realidade de que tenho que administrar a minha vida de um modo ainda mais consciente. E é o que estou fazendo. Realizar a comemoração dos meus 41 anos de colunismo social, que foi um sucesso, foi um desafio que tirei de letra e que me incentiva a continuar buscando novas oportunidades para me manter no mercado como formador de opinião. E com trabalho realizado com amor não há negatividade que sobreviva…rs… Os obstáculos existem e podem, melhor, devem, ser transpostos e só fazemos isso quando a ficha cai…rs… Reaprendo que tudo depende de mim. A iniciativa de realizar e de me cercar de gente que acrescenta, que tem conteúdo . Aos 66 anos olho para trás e vejo o quanto a minha trajetória vem rolando fértil em acontecimentos. Fico impressionado com o que já ocorreu em minha existência, o que já realizei,  e agradeço a Deus pela proteção, afinal, brinco, sou um sobrevivente…rs…pelo simples fato de ainda estar trabalhando e compartilhando boas energias, me modernizando para fazer isso com satisfação ainda maior. Não preciso mais de  escritório. Agora, por exemplo, trabalho em casa, o sinal da Internet está bom, e aproveito a oportunidade para fazer o que mais gosto que é compartilhar, compartilhar e compartilhar. Compartilhar o que eu tenho de melhor. Esse é o meu lema para 2017. E como creio na lei da causa e efeito, aguardo também uma boa colheita, que, por sinal, já percebo nitidamente começa a ocorrer da maneira que tem que ser, de mansinho. É um aprendizado.  Afinal, venho plantando desde o dia 29 de novembro de 1975 e a colheita tem sido boa. Em cada época vivi feliz, fazendo o que gosto. Não sou um sujeito frustrado. Fiz tudo o que quis com muitos acertos e poucos erros. E continuo vivo e feliz. Essas histórias estarão no livro que estou escrevendo para comemorar em 2020, os meus bem vividos 70 anos, uma carreira pontilhada de conquistas  como cabeleireiro e jornalista, que se reinventa a cada dia, respaldado na experiência do viver e conviver em sociedade com satisfação só há 41 anos…rs…Inicio um novo capítulo com  a certeza de que será o melhor de todos até agora escrito. Livre, leve e solto. E nessa vibe eu desejo a todos uma semana plena de realizações. E vamos que vamos, sempre em frente, vibrando positivamente.