Quem convive comigo sabe que tenho me lapidado, e muito, interiormente e também exteriormente…rs…cuidando da alma e do corpo, para preservar a alegria de viver, que se renova na medida em que dou realmente valor ao que tem que ser dado, a boa amizade, ficando, é claro, com o advento da maturidade, naturalmente mais seletivo. Confesso, tenho bons amigos, não posso reclamar. Diz o ditado popular que  amigos a gente conta nos dedos de uma mão, para se ver que são raros e  preciosos, e no meu caso por ser colunista social há quase 44 anos…rs… me sinto  privilegiado, porque tenho muitos amigos, que posso não encontrar sempre e nem por isso são menos queridos.

Nesta Semana Santa, em que os cristãos celebram a Via Sacra e a ressureição de Jesus Cristo, o amor se manifesta pleno e gera só energia positiva. Quando entendermos  como devemos expressar este amor aos outros, através de nossa própria vida, seremos mais capazes de agradecer a Deus as bênçãos recebidas. O amor se multiplica conforme vamos aprendendo a compartilhar, dar e cuidar. Uma pessoa que sabe amar nunca está só nem solitária.  Neste sentido, o poder do amor é uma verdadeira arma contra o mal. Como diz um amigo meu, “ Amor dado é amor recebido,” e a felicidade é derivada deste tipo de amor.

Um bom exemplo: nesta quarta, pela manhã, minha empregada, Marilda, que trabalha também com  o Beto Pires, me traz uma lembrança de Páscoa enviada pela amiga, mais do que amiga, irmã do coração, Cidinha Pires e, confesso, fiquei emocionado. Nunca se equece do amigo.  É generosa.  Desde que o Roberto foi embora o que mais sinto falta é do convívio que tínhamos e que ao longo dos anos  se consolidou em amizade sincera, a ponto de me sentir parte da família. Querida amiga, obrigado pelo carinho. Feliz Páscoa.  Eu sei que você vive o seu momento deserto, árido, e que só mesmo o tempo vai amainar a dor que sente, pela perda de sua alma gêmea, e transformá-la  em uma gostosa saudade. A vida continua. Conte comigo sempre.

Esta foto vale por mil palavras. Revela a boa energia que há entre nós: Cidinha Pires e eu. Amor de irmãos.