Hoje fui almoçar com Daniel Silverio e Messias Venturine no restaurante Pé de Jaca. É um prazer muito grande sentar em uma de suas mesas e saborear a deliciosa comida que a Eliana França, prepara com tanto carinho, e, é claro, não me esquecendo do carismático André França, que prepara e muito bem as carnes grelhadas. E lá não se como só bem, é um programa gostoso, em meio a natureza, e aos domingos fica com fila de espera. Quem gosta realmente de comer bem, sabe que no Pé de Jaca vai se esbaldar, cometer o pecado da gula…rs..

Esse é o melhor Virado a Paulista que conheço. Do Pé de Jaca, preparado com o maior capricho por Eliana França

 

E tem um detalhe, sempre encontro amigos lá e rola uma prosa gostosa. Neste sábado, encontrei a amiga Mônica Lagden Pires, que emplacou idade nova no dia 4 de outubro, com mamãe, Judith e o irmão, Paulo, que, aliás comemora neste sábado o seu niver, com Penha e Negrão. Aproveitei, é claro, e registrei a  comemoração. Comentei com Mônica que havia lembrado da festa de aniversário que realizei na casa da estrada da Pedreira, na Vila da Prata, logo que mudei para lá,  para comemorar o seu niver. E deu sorte. A troquei pela Shalom, onde moro desde 1997. Essa comemoração ocorreu em 4 de outubro de 1987. Há long time…rs…eu tinha37 anos…rs…o tempo não passa, voa.  Recordar é viver.

Penha, Paulo, Judith, Monica e Perseu Gentil Negrão no restaurante Pé de Jaca, celebrando a vida

As boas lembranças eu diria, são elos de uma corrente que se alonga através do tempo e gera bem estar, revelando que o que há de melhor nesta existência é viver a vida, intensamente,  se afinando ao espírito de cada época. E é o que tenho feito,   o que mais gosto de fazer,  observar a vida em sociedade e dela compartilhar os seus melhores momentos. Tive a satisfação de rever a Nana e Ado Teixeira, vestidos com camiseta amarela, torcem pelo Bolsonaro, como eu, torcem pela vitória de Jair no primeiro turno. O brasileiro de um modo geral, dá para perceber, está descontente, há muito tempo, com tudo o que de ruim o PT nos deixou, a corrupção, como jamais vista, e decide nestas eleições  que precisamos ser um pouco mais radicais, saindo do lugar comum escolhendo um brasileiro, Jair Messias Bolsonaro, carta fora do baralho, homem  honesto, com princípios, que tem defeitos como todos nós, mas embala o desejo de colaborar como cidadão, da construção de um pais melhor em todos os sentidos, exorcizando a esquerda de uma vez por todas, desfraldando com orgulho a bandeira brasileira. É tempo, sem dúvida, de renovação. A mesmice do PT e aliados, cansou. Amanhã, cedo, vou votar no Washington Luiz, com a certeza de que Bolsonaro entra para a história do Brasil como presidente eleito pelo povo, e muito bem eleito, logo no primeiro turno. O Brasil merece essa nova oportunidade.

 

Retornei para casa no final da tarde, resolvi não sair e aproveito a oportunidade para renovar o conteúdo do Caderno W digital. Relax, me preparando emocionalmente para viver amanhã, domingo, um momento histórico. Concluindo, eu diria que não é só de noticias alegres que eu vivo. De vez em quando, infelizmente, tenho que registrar a mais triste das notícias que há, a morte de um ente querido. Neste sábado, pela manhã, Ana Rosa, Alamara e  Valdimiro Augusto, foram pegos de surpresa com o falecimento da mamãe, Dorcas Augusto. Estão consternados. Eu sei bem o que é isso. E como amigo externo os meus mais sinceros pêsames. Ela cumpriu a sua missão. Ficam as boas lembranças e a dor  da perda, com o tempo, se transforma em uma gostosa saudade.

Dorcas Augusto, emoldurada pelos filhos, nora, genros e netos, foi embora e deixa saudade. A sua família os mais sinceros pêsames