Viver, e bem, exige cada vez mais consciência. Eu vivo, aos 68 anos, esse momento, cultivando a alegria no trabalho que desenvolvo com carinho, um trabalho lapidado ao longo de 43 anos, observando a vida em sociedade e dela compartilhando sempre o melhor, acertando e errando, mais acertando, é claro…rs… e vendo tudo isso como a minha melhor escola, podendo me dar ao luxo de não resvalar no lugar comum, de ficar mais seletivo e as vezes até podendo me dar ao luxo de fazer alguns comentários mais apimentados.

Algumas atitudes me chocam. A falta de sensibilidade de algumas pessoas que estão no “ venha a mim e o vosso reino nada…rs…outro dia respondi via WhatsApp, “grosseiramente”, de propósito, a  secretária de uma entidade para ver se acorda para a realidade. Os tempos são outros e quem não tiver um pouco de discernimento, no trato comercial, se perde pelo meio do caminho. As opções que fazemos, no cotidiano, nos relacionamentos, revelam a que categoria de pessoas pertencemos. De uma coisa tenho certeza, não faço mais nada que eu não gosto. Média, nem pensar…rs… E isso é uma conquista.

No momento certo inicio o projeto do livro “ Tô Lembrando”, meu livro de memórias…rs… que começa a ser construído com as melhores histórias, com as melhores lembranças, desde os 6 anos até os dias de hoje. Comento sempre com amigos que tenho histórias para muitos livros.

Tenho trabalhado bastante . E, juro, só estou conseguindo dar conta do recado, desde que comecei a frequentar a Clínica do dr Caio Pádua, que recomendo, há alguns meses, fazendo um tratamento que me renova não só fisicamente, mas mentalmente também. Quero chegar aos 80 anos bem. É o meu alvo…rs…

A agenda anda cheia de compromissos e na medida do possível tento cumpri-la. Ontem, quarta-feira, por exemplo, estiquei até São Paulo para estar com a amiga, Maria Beatriz Lobo e Roberto Lobo, na Livraria da Vila, na Fradique Coutinho, ganhei autógrafo no livro, Desafios e Escolhas de uma Liderança- A vida profissional do ex-reitor da USP e da UMC, que deverá ser lançado em breve em Mogi das Cruzes. Cheguei mais cedo e pude conversar um pouco com Maria Beatriz e Roberto. Adorei.  Fiz registros da noite de autógrafos, que apresento em Galeria,  e à francesa deixei o bem frequentado ambiente e peguei a estrada de volta para casa com o intuito de dar um beijo na amiga, Nadia Condo, no coquetel de inauguração da Intimissimi, no Mogi Shopping. E cheguei a tempo de fazer isso. Fiz uma aparição relâmpago.  Marcos Vieira registrou a efervescência e quando me enviar as fotos as compartilho  revelando o glamour da noite. Encontrei a Teresa, que ganhou também o meu carinho. É uma empreendedora. E a loja está deslumbrante.

 

As pessoas, infelizmente, só vêem os goles que você toma. Os tombos, nunca…rs…sempre comento com os amigos que não tenho varinha de condão,  tenho que diariamente, quase que full time, sentar ao lap top para escrever, escolher fotos, me comunicar, passar para o webleitor o que rola de melhor em sociedade, e no celular atento as Redes Sociais, onde sempre compartilho registros interessantes que chamam a atenção de um publico mais seleto, afinado, ao que existe de melhor nesta vida. A joie de vivre.  Nesta quinta, por exemplo, me encontro com Maria Salas e vamos definir o que vai rechear a edição impressa do Caderno W de novembro. É trabalho. Gostamos do que fazemos e tiramos de letra.  Confesso, o mister do dia-a-dia na Internet colabora e muito, acelera a edição, porque aproveito os textos que sempre faço após os acontecimentos e que tem repercutido digitalmente, com estilo.

Na vibe da plena positividade, transpondo obstáculos, sempre, os questionamentos vão sempre existir, e são bem-vindos, porque nos fazem evoluir e ter opinião própria, ter personalidade. Obtendo vitórias, como o sucesso da festa dos 43 anos- a amiga, Nanci Ornellas, que estava viajando,  mulher de meu padrinho no jornalismo, Chico Ornellas, acompanha a cobertura da festa  e fez um comentário à moda dos Anos 60 se referindo ao evento como uma “ festa de Arromba”, lembra da música de Erasmo Carlos?, e foi realmente…rs…Na essência, top.

Sigo construindo um trabalho diferenciado, onde a futilidade deixa de existir e dá lugar ao conteúdo que acrescenta bem estar e qualidade no convívio em sociedade.  E com isso percebo que as pessoas se sentem prestigiadas em ser notícia no Caderno W, onde são valorizadas na pauta do devido. Adoro levantar a bola dos amigos. Naturalmente, como tem que ser. Esse é o estilo Willy Damasceno que se consolida como formador de opinão e se torna referência de um trabalho diferenciado. Impar.

Com a maior satisfação fui cumprimentar Roberto e Maria Beatriz pelo lançamento do livro na Livraria da Vila