O sábado amanhece chuvoso na Shalom. A temperatura caiu, saio para dar uma volta pelo jardim e constato que o dia será bucólico, mais  para ficar dentro de casa, do que fora. E vou, é claro, no sentido da piscina, para admirar o pé de cerejeira que finalmente está florido, por inteiro, lavado pela água fina e intermitente da chuvinha fina que cai. E faço mais uma foto, para variar…rs… Um belo espetáculo, que tenho compartilhado no Insta e Face, em dias ensolarados e hoje ocorre com o tempo chuvoso.

Acredite se quiser, perdi dois textos que fazia para o Insta, que sempre depois compartilho no Face, não sei o que houve, não consegui resgatá-los e decidi vir para o laptop onde redijo os textos para o Caderno W e tenho mais segurança. Não escrevo tecnicamente, escrevo sempre com a alma. Com o coração. Por isso os meus textos são únicos. E para não me estressar faço o que é mais seguro, largo o smartphone…rs….que fica só para os textos mais curtos.

Comentei em uma das legendas sobre o florescimento da cerejeira que estava sendo um pouco repetitivo…rs… talvez, obcecado pela beleza das flores cor de rosa, e fui observado pela amiga Sylvia de Barros Held, que está morando em Lisboa, que beleza nunca é repetitiva, ainda mais quando acompanhada de palavras pertinentes. Merci.

E nessa vibe compartilho em uma galeria, as fotos que fiz desde que percebi que o pé de cerejeira estava carregado de botões e começou a florescer. Um belo espetáculo para os olhos e, consequentemente, para a alma. Thank´s God! E através dele desejo um bom final de semana a todos.