Nesta quarta-feira (6/6), vivi uma grande aventura…rs… Eu diria que foi uma espécie de resgate em minha existência. Quem me conhece, sabe que não gosto de avião, confesso, tenho medo, das turbulências, acho que coisa de vida passada…rs… Mas como não há outro jeito de conhecer o mundo, senão viajando de avião, o tenho usado…rs… Ontem, tive a agradável experiência de viajar a bordo de um jatinho Phenon, da Embraer, do empresário Fumio Horii, que, mensalmente, tem ido a Bonito, no Mato Grosso do Sul, para visitar uma de suas empresas, em Bodoquena. A bordo, os dois pilotos,  Isao Horii e Giuliano Mota; Fumio Horii; Nelson Rodrigues Junior; Felipe Martins e eu, é claro, atento a tudo e a todos. E lembrei da viagem que fiz em 1979 a Dourados, a bordo do avião de Bóris Grinberg, um Navajo. Olha, tenho medo de avião, mas até que sou corajoso…rs…

O destino desta quarta-feira era Bonito, onde, aliás, estive em 2001, logo que sai do jornal O Diário de Mogi, com os amigos e compadres Marion e Lire de Sales, que atualmente moram em Stuttgart, na Alemanha, para visitar a Davina e o João Viscaino, que haviam se mudado para lá. Fomos de carro. O planejado era fazer uma viagem de duas horas e meia,  com vento forte contra, o que consome mais combustível.

Acordei cedo, não é nem preciso dizer, dormi pouco, ansiedade pura…rs… às 6 horas seguimos para São José dos Campos, e, passava das 8 horas, quando decolamos com destino a Bonito, com um roteiro pronto. Iria conhecer Bodoquena e depois iríamos almoçar na Casa do João, para matar a saudade do grande amigo João Viscaino. O que sabíamos era que a condição do tempo em Bonito não estava boa, mas que poderia melhorar. No trajeto, os pilotos, que são sensatos, acharam melhor aterrissarmos em Presidente Prudente, ainda no Estado de São Paulo, para abastecer. E seguimos viagem rumo a Bonito. Quando chegamos ao local onde o avião iria aterrissar, as nuvens cobriam integralmente a área, e estavam muito baixas, a ponto de Giuliano e Isao decidirem abortar a descida. Fomos, então, para Campo Grande, já no Estado do Mato Grosso do Sul, onde almoçamos. E de lá retornamos.

Foi uma aventura, eu diria que emocionante…rs… Logo eu que tenho medo de avião, viver situações tão  inusitadas como as que acabei de relatar…rs… Valeu, sobretudo, pelas boas companhias. Fumio Horii dispensa comentários, é um homem admirável, simples, bem humorado e que se diverte e muito com as palhaçadas que o Nelson faz, amigo querido,  Isao Horii, piloto, como o pai discreto e muito educado, Giuliano, o comandante, simpático e gentil, um profissional da melhor estirpe. E jovem, só tem 41 anos.  Pois bem, em companhia desse grupo vivi emoções muito fortes, e  tenho mais uma boa história para contar, que, aliás, será devidamente inserida em meu livro de memórias, que pretendo lançar em novembro de 2020. As fotos, que não poderiam faltar, as compartilho em uma Galeria,  revelam os seis passageiros do Phenon, no dia 6 de junho. Valeu pelo  agradável convívio. Um dia inteiro junto, dividindo emoções…rs… E disse ao Nelson para avisar o seu Horii que gostaria de embarcar numa das próximas viagens que tiver como destino Bonito, que ficou só no desejo…rs… e ele observou que eu era o pé frio…rs… afinal, foi a primeira vez que isso ocorreu. Vivendo e aprendendo a viver. E com emoção!!