O tempo passa. Depois de amanhã, o ano começa de verdade e ninguém tem mais desculpa para não retornar ao batente…rs…  Choveu bastante, de quinta para sexta-feira e causou estragos na Rodovia Mogi Bertioga que teve que ser interditada e, continua, pelo que estou sabendo, fechada nos próximos dias. E, por falar em Mogi Bertioga lembro-me do restaurante Pé de Jaca, dos amigos, Eliana e André França, que é bom observar continua funcionando normalmente. Como está situado na reta, logo depois da Petron, antes da entrada para Bertioga e Taiaçupeba,  não tem problema de acesso. Eu quando vou ao Pé de Jaca pego a estrada do Nagao, que está sempre livre. Por falar em comida, ontem a noite tive a satisfação de receber em casa, o chef Luiz Antonio Bós Vidal, que preparou um bacalhau delicioso, que compartilhei com Silvia Salti e Nelson Rodrigues Junior, Felipe Martins e Daniel Silvério. Bem petit comité. Luiz, retornou há pouco de temporada de consultoria em Bonito, onde, aliás, é sempre muito bem recebido por João e Felipe Viscaino, que comandam a Casa do João, que é um sucesso há anos, aliás, referência em gastronomia. Tem até prato com o seu nome. Estou alinhavando com ele um jantar para celebrar o seu retorno à terrinha. Creio que para março. Estamos escolhendo a data, o menu e o local. O meu sábado, como não poderia deixar de ser, rola embalado em trabalho, que não é trabalho…rs…é terapia. Melhor pensar assim…rs…Continuo alinhavando a Feijoada do Willy 2018 e deixei para hoje fazer o convite a amigos e parceiros do Caderno W para lhes apresentar no Espaço Gourmet, da loja Arrumando a Casa, na próxima quinta-feira, com comida by Adan Garcia, do Leitão de Gravata, o Midiakit do evento que este ano está sendo produzido com mais profissionalismo com o apoio da Dotstore/Boigy.com, de Felipe Martins.  Evoluir é preciso. À frente do evento que criei em 1996 tive a brilhante ideia de realiza-lo em 2017 no restaurante Mirante do Paraíba, o ano  do recomeço, assumi em julho de 2016, integralmente, o comando do Caderno W e as decisões agora são só minhas. Confesso, 2017 foi um ano de muito aprendizado. E percebo que 2018 será o ano da colheita. As perspectivas são as melhores possíveis, e na medida em que os frutos forem surgindo os compartilho. Como gosto de fazer. E venho fazendo isso há quase 43 anos, me adaptando ao espírito de cada época, me reinventando sempre, e, consequentemente, evoluindo e permanecendo no mercado como formador de opinião,  compreendendo que um trabalho quando é feito com amor sempre repercute positivamente.