O Dia das Mães se aproxima, cai no próximo domingo, e eu vou ficando nostálgico. Sim, lembro com um carinho enorme de minha saudosa mãe, que seguiu para a outra dimensão no dia 20 de outubro de 2010, e, confesso, sinto muita saudade dela. Fui um bom filho. Poderia ter sido melhor…rs…A levei comigo numa viagem a Alemanha, e mal sabia que era a viagem de despedida. As boas lembranças dos momentos vividos com ela nos 15 dias em que ficamos juntos, amenizam a saudade, com a consciência de que daqui a pouco nos encontramos. Eu creio. Ao longo de quase 43 anos em Mogi das Cruzes  tive mães postiças, sim aquelas que te adotam como filho, como Adelina Mendes, a Dedé, Zezé Paulino da Cunha, uma mineira elegante, refinada, que sempre me recebeu em sua casa com tapete vermelho. A ponto de eu frequentar o casarão da Norival Tavares, me sentindo como se fosse da família. Anos 80, anos de ótima convivência. Adorava, após o almoço ou jantar, me reunir com os filhos, no quarto do Tidinho, onde sempre rolavam boas conversas. Pego carona nessas boas lembranças  e saio do lugar comum destacando uma mamãe linda, que vi nascer, crescer e se tornar, como ela mesmo diz,  babona. Juliana, filha de Yolanda e João Baptista de Almeida, neta de Zezé e Aristides Cunha Filho, com as filhotas Luiza, Julia e Sofia, e com esta bela foto, que vale por mil palavras, como gosto de dizer, desejo a todas as mamães leitoras do Caderno W um Feliz Dia das Mães. Até domingo celebrando a data. Elas merecem esse carinho extra, essa babação de ovo…rs….Celebrando o bem querer que o amor gera e forma corrente de positividade. Alegra a nossa vida. Não há melhor sentimento que esse. O de amor de mãe.