Em novembro próximo eu comemoro os 42 anos de colunismo social e eu diria que a melhor conquista foram os amigos. Cheguei em Mogi das Cruzes no dia do meu aniversário, 12 de julho, de 1975, para trabalhar como cabeleireiro e alguns meses depois, no dia 29 de novembro, eu me tornava, também, colunista social do jornal Diário de Mogi. Quem acompanha a minha história sabe que as minhas trajetórias, tanto como cabeleireiro, como colunista social foram marcadas por mudanças. Acho que fui o sujeito que mais  mudou, profissionalmente falando, nesta dade…rs…E através delas fui escrevendo a minha história. Em 2003 resolvi deixar de ser cabeleireiro, e hoje, olhando para trás, constato que fiz a coisa certa. E ao longo das décadas as amizades foram sendo buriladas e hoje, posso dizer, que tenho amigos fantásticos. A seleção ocorreu naturalmente e os novos continuam chegando e são muito bem vindos. Em Mogi das Cruzes e fora também. Em Campinas, tenho uma amiga muito querida, Betty Abrahão, a dona de uma revista super chic, a Absoluta, sobrinha do maior colunista social que Campinas já teve, Jamil Abrahão. Nos conhecemos há muitos anos, mas  o reencontro para permanecermos mais próximos, ocorreu em outubro de 2010, e o universo colocou a Betty em meu caminho como bálsamo para a alma, já que havia acabado de perder meus pais e estava muito abatido. Me convidou para um evento em Campinas e o final de semana que passei lá alegrou o meu coração. Tanto, que a convidei para ser a madrinha da festa dos meus 35 anos de colunismo social no Clube de Campo e a nossa amizade voltou a florescer e tem rendido bons frutos. Nos comunicamos outro dia pelo Face e ficamos de marcar um encontro para matar a saudade. Passeando, como faço, diariamente, os olhos pelo arquivo fotográfico, me deparei com esse registro. E bateu a saudade. Deve ter uns 3 ou 4 anos. Com a esfuziante Betty em sua festa de aniversário realizada no Royal Palm. E com ela celebro a amizade.

Willy e Betty