Como tem que ser, não deixo os meus bem vividos 69 anos passar em brancas nuvens. Quem acompanha a minha trajetória ao longo dos anos, quase 44, atuando como colunista social, gosto muito do que faço, registrando os fatos mais relevantes e paralelamente me realizando como festeiro. Já perdi a conta do numero de festas que realizei.

Nos Anos 70 e início dos 80 quem me auxiliava na produção dos eventos  era dona Tina Dela Vedova, uma amiga querida que já se foi e deixou saudade. Em 1987 dei um passo adiante, no sentido de me organizar mais, fiquei sócio de Aurea Lombardi e Chris Siqueira, e surgiu a WA, que existiu durante quase 21 anos, foi a empresa pioneira na realização de eventos.

Em 2009, o Caderno W já existia há dois anos, decidi me separar das sócias, numa boa, tanto que continuamos amigos, e a minha saga marcada por mudanças radicais, sempre, deixei o Diário de Mogi, após 26 anos, passei pelo jornal A Semana e fui parar no Mogi News, onde permaneci como editor do social até 2007, quando mais uma vez resolvi mudar a sintonia e cai fora. Não fico infeliz. Simplesmente, mudo. Faz parte da minha personalidade. O desapego.

O Caderno W surgiu em sociedade com Adelaide Gomes, em agosto de 2007, e quando pintou 2016, há exatos 3 anos, resolvi assumir integralmente o comando, e de lá para cá venho consolidando o projeto com o apoio da advogada e amiga, Mari Mendonça, e de Daniel Silverio na administração.

Ah! volto no tempo, e merece registro,  ao ano de 2000, um antes de deixar o Diário,  marcante, afinal de contas, lancei na Feijoada do Willy o site willyvirtual, que quando surgiu o Caderno W, padronizei a marca, surgindo na sequencia, o portal, que hoje é fonte de boa informação, com conteúdo diferenciado, cultivando o belo, o bom gosto, a elegância e a civilidade, tornando-se referência de um jornalismo com credibilidade que há muito tempo deixou de lado as futilidades.

Dando corda às boas lembranças, na véspera do meu aniversário, constato o quanto eu já vivi e sou grato a Deus, essa energia maior, pelas oportunidades que pintaram em meu caminho e as aproveitei. Melhor, continuo aproveitando e tornando o meu trabalho algo que só me rende satisfação. Evoluir é preciso  e nesse sentido  me reciclo diariamente saindo do lugar comum e oferecendo o que há de melhor ao público que me acompanha.

Desde que me tornei colunista social, no dia 29 de novembro de 1975 sempre comemorei o meu aniversário em junho, visto que julho é mês de férias e muitos amigos viajam. Este ano a festa rolou agradável na Arrumando a Casa, com os amigos que puderam comparecer. Adorei.  Isso não quer dizer que não celebro o meu aniversário no dia, ou seja, em 12 de julho, que este ano, cai nesta sexta.

Almoço em casa, com as amigas Cidinha Pires e Manira Andery e Daniel Silverio e a noite estico até São Paulo ao Museu do Vinho para cumprimentar a amiga, Claudia Métne, pelo seu niver, e a convite dela participo do “parabéns a você”, como ocorreu no ano passado e em 2017. É o terceiro ano.  Convidei a amiga Ucha Castanho e o Marcos Vieira nos acompanha para os devidos registros, já que pretendo compartilhar no Caderno W digital e impresso, os melhores momentos dessa badalada comemoração. Celebrando em grande estilo a vida. Como tem que ser.

Confesso, que na véspera de completar os 69, estou com a emoção à flor da pele, aliás, nesta quinta a amiga Ana Carolina Antunes me convidou para almoçar no Dom Bistrô e celebramos os nossos aniversários, ela emplaca idade nova no mesmo dia que eu, e brindamos a nossa boa amizade com uma troca gostosa de carinhos. Não há melhor energia do que amar e ser amado. E revelar em atitudes.

Pedi a amiga, Teresa, que fizesse o registro do brinde que Ana Carolina e eu fizemos com Daniel Silverio, evocando o que há de melhor, a alegria de viver e poder celebrar mais um ano de  existência com gente na mesma sintonia. Do amor.