Escrevendo um novo livro, agora, o de histórias vividas desde que eu me lembre, ou seja, desde os 6 anos, passando pela adolescência, juventude e  na terceira idade. Os 45 anos de colunismo social, que se completam em 2020,  , obviamente, serão devidamente recordados, os melhores momentos destacados, e, confesso, tenho milhares de histórias na cabeça que na medida em que dou corda à imaginação vou me lembrando das mais relevantes. Para aguçar a memória, as lembranças, tenho passeado os olhos pelo arquivo fotográfico, o meu, modéstia a parte, é implacável, e encontro raridades- muitas delas estão nos livros Willy & Sociedade e W. Crônica de um tempo- como esta, sem dúvida, reveladora, onde apareço no meio de uma grande plateia, creio que no show de Roberto Carlos, no Ginásio do Clube Nautico Mogiano, no final dos Anos 70.  Entre os que reconheci, Percival, Silene, Cecilinha, Raulindo, Norminha, Mutso, Marilisa e Leilinha. Recordar é viver. E é embalado por esse clima de nostalgia, gostosa, que celebro os meus bem vividos 67 anos nesta quarta-feira.