Norma Martins Kretzmann, de 57 anos, é casada com Antonio Luiz Kretzmann (Alk); mãe de Erica Rudge e Guilherme Stilhano Filho; avó de João Paulo, Luiz Guilherme, Pedro Henrique e Gabriela.

É formada em Pedagogia (aposentada). Foi professora de Educação Infantil, por quatro anos, e diretora de escola municipal, por 25 anos, sempre em Mogi das Cruzes.

Caderno W: Como o corte e costura entraram na na sua vida?

Norma Martins Kretzmann: Quando aposentei, fui aprender corte e costura, pois sempre gostei de bordar a mão. Bordava camisetas para as amigas, vendia alguma coisa, mas, com o passar do tempo, vi que não eram as roupas que eu queria fazer, pois na escola, você tem que seguir padrões, não podia “ inventar moda”, tinha de seguir os moldes, era muito chato, então resolvi partir para outra área, chamada costura criativa, você costura coisas, não roupas, aí me encontrei.

 

Caderno W: Daí as criações não pararam?

Norma: Comecei a fazer coisas para cozinha, como jogos americanos, guardanapos, cestinhos de pão, imaginava um modelinho, cortava e fazia, quase sempre dava errado (risos). Perdi muito tecido, tentando fazer coisas que imaginava, e foi ótimo, porque aprendi muito, errando.

 

Jogo americano

 

Caderno W: Mas você foi se especializar?

Norma: Fui fazer cursos, em outras cidades, com pessoas conceituadas no ramo, como a professora Ana Consentino, com a designer Christel, famosa em toda França, com seu ateliê Um Chat dans L’aiguille, enfim fui estudar, e me aprimorar.

 

Caderno W: E como surgiram as primeiras encomendas?

Norma: Alguns amigos, começaram a pedir para eu fazer jogos americanos, iguais aos que usava em casa, outras pessoas foram vendo, e também pedindo, e fui fazendo. Resolvi comprar uma bordadeira e comecei a fazer algumas coisas para bebês, deu certo, as pessoas gostaram, comecei a publicar os meus trabalhos no Facebook (https://www.facebook.com/normamartins.kretzmann), depois no Instagram (https://www.instagram.com/normakretzmann/), e hoje, recebo encomendas de pessoas de outras cidades, outros estados, gente que vê as minhas postagens, confia encomenda, e faz propaganda.

 

Caderno W: E assim você vende suas peças até para outras locais?

Norma: Sim, por exemplo, eu vendo um jogo americano para uma pessoa de Goiânia. Esta pessoa faz um café para as amigas, e arruma a mesa com um jogo americano que eu fiz. As amigas adoram, e encomendam também , e assim no marketing ‘boca a boca’, vou ficando famosinha (risos).

 

Caderno W: Participa de feiras, exposições? 

Norma: Participei da Feira do Fundo Social de Mogi das Cruzes. É bom, porque as pessoas conhecem o trabalho, veem o produto, podem não comprar, mas levam o cartão, e algumas te procuram depois.

 

Caderno W: O que gosta de fazer nos dias livres?

Norma: Para costurar, faço pilates, pois me dá conforto, fortalece a minha postura, se não faço pilates, não costuro. Gosto muito de viajar, e das minhas viagens, tiro minha inspiração.

 

Caderno W: E um sonho?

Norma: O meu sonho (risos) é transformar minha casa inteira em um ateliê. Não quero sair de casa, e abrir o ateliê em outro lugar, porque adoro costurar à noite, quando não tem interferência de telefone, campainha, barulho.

 

Caderno W: O que mais gosta em Mogi das Cruzes?

Norma: Aqui em Mogi, gosto de participar do Clube de Campo, onde atualmente sou conselheira, e tenho muitos amigos.

 

Norma e o marido, Antonio Luiz Kretzmann (Alk)
Norma e o marido, Antonio Luiz Kretzmann (Alk)
Norma e o marido, Antonio Luiz Kretzmann (Alk)
Norma e o marido, Antonio Luiz Kretzmann (Alk)
Norma e o marido, Antonio Luiz Kretzmann (Alk)
Norma e o marido, Antonio Luiz Kretzmann (Alk)
Com Erica Rudge
Com Erica Rudge
Com os filhos, Erica Rudge e Guilherme Stilhano Filho
Com os filhos, Erica Rudge e Guilherme Stilhano Filho
Com Guilherme Stilhano Filho
Com Guilherme Stilhano Filho