Chegamos, sãos e salvos…rs…a mais um final de semana, e assim janeiro rola, light, e daqui a pouco estaremos em fevereiro. O tempo realmente não passa, voa.  A sexta-feira, para variar…rs…amanhece ensolarada e vamos ter outro dia com calor insuportável. É o verão, que combina com piscina e praia. Quem trabalha não tem outra opção a não ser ficar no ar condicionado ou com ventilador. E a vida  vai passando e como colunista social observo, brinco com os amigos, de camarote, a vida em sociedade, sou, modéstia a parte, um Phd, no assunto, vejo as coisas começarem e acabarem. Tudo é meio fast. Fico mais seletivo só observando. Constato que só permanece no mercado  o profissional que tem talento e não vive a deriva do modismo.  Sou um bom exemplo…rs…estou sempre me reciclando, me reinventando, não tenho medo de mudanças e o Caderno W que, impresso, há quase 12 anos, vem formando opinião, atraindo a atenção de um público mais seleto, e digitalmente, há 18 anos, tem sido o foco de minha atenção e desde 2016, integralmente, sob o meu comando. Trabalho é o que não falta e dele nunca tive medo. A minha trajetória comprova.  Em 2019 que está apenas iniciando aposto em mais qualidade, usando e abusando da criatividade, conferindo um diferencial a alegria de viver e conviver em sociedade, valorizando o que tem que ser valorizado, o talento das pessoas.

E nessa vibe de positividade, pegando carona na onda dos 10 anos atrás no Instagram, antes e depois,  confesso, bateu uma saudade  gostosa dos Anos 80 e resolvi passear os olhos  pelo meu implacável arquivo fotográfico atrás de boas lembranças. E encontrei esta, que deve ter uns 36 anos, feita na casa de Denise Roberto Feder, da Elgin, que vieram morar em Mogi no início dos Anos 80 e permaneceram alguns anos por aqui. No foco: o saudoso, Ricardo Silva, Tato Moro Redeschi, que mora na Flórida há quase duas décadas, Homero Elorza e Alijo Correia, que não vi mais. Bons tempos. Recordar é viver.