A vida passa e dela só permanecem os bons momentos. Como colunista social, lembro do inicio gostoso do trabalho que comecei a realizar  no jornal Diário de Mogi. Com o apoio do padrinho, Chico Ornellas, iniciei com boa vontade o novo trabalho e aos poucos, como tinha que ser, fui pegando gosto, conhecendo as famílias e com elas interagindo. Confesso, fui recebido com o sinal verde na sociedade e, naturalmente fui me relacionando e  conquistando amigos. E com alguns rolou uma química especial. Esta semana uma amiga querida, Edda Brattino Nassri foi embora, de repente, e deixou um vácuo muito grande na vida de sua família e dos amigos com as quais convivia. Ultimamente eu a encontrava na casa de Fátima e Norberto Navarro, estava bem, sempre elegante, inteligente, fazia sempre comentários pertinentes, e dávamos muita risada quando nos encontrávamos. Gostava dela, registrei os melhores momentos de sua vida em sociedade, foi uma grande anfitriã. Uma grande dama.  E como ando um pouco nostálgico recorri ao arquivo em busca de fotos de Edda, noticiei o seu falecimento com uma ao lado de sua mãe Helena, com quem foi se encontrar, e agora com esta presto-lhe a minha mais sincera homenagem. Essa foto é dos Anos 80. Edda com o Jamil, que se foi há muitos e muitos anos, e com quem deve ter se encontrado, e as filhas, Carla, Karime e Paula. Recordar é viver. E como amigo que a queria muito bem, desejo-lhe a viagem pelo mundo espiritual embalada em muita Luz. A saudade só o tempo vai amainar. Quando viva, sempre fiz comentários a seu respeito, elogiosos, é claro, e, ultimamente, pelo Face me agradecia a atenção. E como está em outra dimensão, onde só preciso de sensibilidade para perceber a sua presença, eu diria que foi um prazer conhecer você Eddinha. Fez parte do meu processo de evolução.