Alinhavando a comemoração dos 12 anos do Caderno W, foi em agosto de 2007 que o lancei, o nome foi sugerido pelo amigo Eduardo Zugaib, e de lá para cá venho trabalhando  no sentido de consolidar um projeto muito sonhado e que se materializa transpondo obstáculos e conquistando credibilidade pela qualidade da informação. O Willy faz a diferença…rs… Não é à toa que estou na estrada há quase 44 anos, no dia 29 de novembro próximo, eles se completam.

E, como não poderia deixar de ser a partir de amanhã, sexta, começo a convidar os  amigos que faço questão que participem em destaque da edição impressa, sendo a capa e o recheio, em clima de celebração, com depoimentos sinceros, que funcionam como incentivo para que eu continue acreditando que é possível realizar um trabalho diferenciado, pautado pelo bom gosto, pela elegância e, como gosto de dizer, pela civilidade.  A maturidade traz mais consciência e se fica mais seletivo, naturalmente. E, como agradecimento, simbólico, ofereço-lhes mais dois exemplares do livro W Crônica de um tempo, com dedicatória especial, encerrando com essa celebração, a realização de um sonho, muito sonhado,  e vislumbrando o “ Tô lembrando” que começo a escrever, que será recheado com histórias, boas e divertidas histórias, envolvendo os amigos, muitos já se foram para o andar de cima…rs…que fazem a diferença em minha existência.

Decidi, e oportunamente, abrir o arquivo fotográfico e não é que as fotos que tenho compartilhado fazem o maior sucesso no Caderno W e nas Redes Sociais. Repercutem e geram efervescentes comentários, que em tempo de mídia digital repercutem ainda mais  e a comunicação se torna ágil, prazerosa. Ver e ser visto, sempre foi assim. E nesse clima de modernidade cumpro a minha missão tirando as pessoas do lugar comum, lhes oferecendo uma informação diferenciada.

Para abrir a  XIV Galeria da saudade, escolhi esta foto, onde aparecem, José Correia, Tirene Caran, Helena Chermann e Ernani José de Paula, o Ernaninho, o único vivo. As fotos compartilhadas geram uma gostosa nostalgia que abrange no mínimo 3 gerações.

José Correia, Tirene Caran, Helena Chermann e Ernani José de Paula, os 3 primeiros já falecidos