Acordo nesta terça, ansioso, para variar…rs… cada vez menos, afinal, é a semana de fechamento da edição impressa do Caderno W, de agosto, o mês em que foi lançado, em 2007, e resolvi celebrar os seus 12 anos com um toque especial, a participação de amigos compartilhando mensagens que agregam positividade e me incentiva a continuar acreditando que é possível realizar um trabalho diferenciado, cada vez mais pautado pelo profissionalismo, deixando de lado a mentira, a falsidade, que, infelizmente, graça em sociedade. Tô fora. Já não preciso mais fazer tipo…rs… sou o que sou, fruto de décadas de muito trabalho. Confesso, já não consigo mais falar de uma coisa que não condiga com a  realidade. Se comento um fato com mais sal e pimenta, tenho resgatado de vez em quando esse tempero…rs… como fiz esta semana, sei que gero comentários, uns aplaudindo e outros criticando…rs… e esse é o meu papel. Que desempenho com a maior satisfação.  Sorry. Como dizia Ibrahim Sued, “os cães ladram e a caravana passa”. E como passa.  Como profissional  registro para a posteridade, há quase 44 anos, os momentos mais  relevantes de uma sociedade, com bom gosto, elegância, civilidade e de vez em quando com um certo tempero, para sair da rotina…rs… O primeiro na região a se aventurar digitalmente, há 23 anos, adquirindo o  primeiro laptop, em New York, e lançando o site willyvirtual em 2000. E de lá para cá venho evoluindo, me renovando, me reinventando e me afinando ao espírito de cada época.

Em clima de nostalgia abro o meu implacável arquivo fotográfico criei Galeria da saudade, edito a XVII. Há algumas semanas venho compartilhando registros que mexem com as boas lembranças. Recordar, realmente é viver. E cada vez que abro o arquivo e seleciono as fotos, confesso, me emociono, recordando momentos relevantes em minha trajetória de colunista social. É terapêutico. Faz bem para a alma a consciência de ter vivido momentos inesquecíveis, onde muitos dos que nos são caros já não se encontram mais neste plano. E bate uma gostosa saudade.

Linda, Rita de Cassia Pacheco dos Reis, no final dos Anos 70 ou início dos 80 em sessão de fotos para a minha coluna ” Gente que Acontece” , no Diário de Mogi