Foto por IStock/ Leonid Andronov

Que tal uma viagem de curta duração, econômica e que contemple um país africano e dois destinos europeus? O roteiro, que pode ser feito em apenas uma semana, começa na incrível Marrakesh, a quarta maior cidade de Marrocos, segue para Málaga, na maravilhosa Andaluzia, no Sul da Espanha, e termina com um bate e volta até Gilbraltar, o território britânico conhecido pelo famoso Estreito de Gibraltar, a estreita faixa de água que separa a Europa da África por apenas 14 quilômetros.O itinerário partindo de São Paulo ou Rio de Janeiro pode ser realizado com uma única companhia aérea, a Royal Air Maroc, que tem voos diretos com destino a Casablanca, a maior cidade marroquina. Um voo de conexão leva até Marrakesh.

MARRAKESH A Cidade Vermelha 

Foto por IStock/ kasto80
Foto por IStock/ kasto80

Cada vez mais, o Marrocos é um destinos que vem caindo no gosto de pessoas que apreciam viajar para conhecer novas culturas. Além dos cenários que impressionam os visitantes, a hospitalidade do povo marroquino é uma experiência à parte. Considerada uma das civilizações mais antigas do mundo com mais de 10 mil anos de história, o país foi dominado por várias etnias, que influenciaram a cultura, gastronomia, arquitetura e as artes.

Marrakesh é a principal e mais badalado destino marroquino. É conhecida mundialmente por sua Medina, a antiga cidade fortificada que é um Patrimônio Mundial da Humanidade da Unesco desde 1985. Suas paredes avermelhadas construídas entre 1122 e 1123, por Ali ibn Yusuf, tornou-a conhecida como Cidade Vermelha. Atualmente, mantém a sedução do passado distante com toques de modernidade global. Seus principais atrativos turísticos são o imenso souk e a Praça Djemaa el-Fna, a mesquita Koutoubi, o Palácio Bahia e o Jardim Majorelle.

Foto por IStock/ vale_t

Comece o roteiro pelo Palácio Bahia, uma das obras-primas da arquitetura marroquina e um dos principais monumentos do patrimônio cultural do país. O complexo construído pelo grão-vizir Si Moussa (primeiro-ministro do Império Otomano), no final do século 19, reúne pequenas mansões e 150 quartos com arquitetura típica islâmica e muçulmana – estilo árabe-andaluz. Dedicado pelo monarca à sua esposa favorita, o lugar tem jardins que ocupam uma área de 8 mil metros quadrados e diversos pátios interiores. Atenção para a linda decoração dos tetos. Além das quatro esposas do rei, também viviam no local suas 24 concubinas.

Os cômodos do palácio que eram decorados por luxuosos móveis estão vazios porque, segundo contam por lá, foram saqueados pelas esposas e pelo sultão após a morte de Ba Ahmed – filho de Moussa. Durante o período em que o Marrocos esteve sob domínio da França, o palácio serviu como residência do administrador colonial francês durante alguns anos. Atualmente, a família real marroquina utiliza o palácio quando está na cidade, períodos nos quais a visitação não é possível.

Abre de domingo a quinta-feira das 8h30 às 11h45 e das 14h30 às 17h45; na sexta das 8h30 às 11h30 e das 15h às 17h45.

Outro atrativo turístico de Marrakesh que merece uma visita sem pressa é o maravilhoso Jardim Majorelle, um lugar de paz e tranquilidade bem no coração da cidade. Criado pelo pintor francês Jacques Majorelle, a aprazível área verde tem árvores exóticas e plantas de todo o mundo. Espelhos d’água com lírios e paisagismos que reproduzem a natureza do deserto completam o cenário. O antigo ateliê do artista abriga um museu dedicado à cultura berbere.

Foto por Istock/ Balate Dorin
Foto por Istock/ Balate Dorin

Para impedir que o jardim desse lugar à construção de um grande hotel de luxo, o estilista Yves Saint-Laurent e o empresário Pierre Bergé compraram o local em 1980. Em 2008, quando Saint-Laurent faleceu, suas cinzas foram espalhadas no lugar e um memorial foi construído em sua homenagem. Atualmente o jardim é propriedade da Fundação Pierre Bergé-Yves Saint Laurent, uma organização sem fins lucrativos. Situado dentro do Majorelle, o Museu dos Berberes apresenta a história de indígenas e os primeiros habitantes do Marrocos. Estão em exposição roupas, joias e objetos utilizados em rituais.

O Jardim Majorelle abre diariamente das 8h às 17h30.

Uma outra área verde na cidade de Marrakesh é o Jardim Menara, que tem mais de 100 hectares e um lago artificial rodeado por pomares e oliveiras. Criado em 1870, possui um edifício que foi encomendado pelo sultão Sidi Mohammed. Dizem por lá que o lugar servia para os encontros amorosos dos sultões da cidade.

Foto por Istock/ carloscastilla

Distante dois quilômetros da Medina, abra diariamente das 9h às 17h. Distante poucos metros do Jardim Majorelle está o Museu Yves Saint-Laurent (mYSLm) dedicado ao estilista e inaugurado em 2017. Os arquitetos Olivier Marty e Karl Fournier do escritório francês Studio KO assinam o arrojado projeto. O museu está instalado em um edifício com 4 mil metros quadrados e design inspirado na textura de tecidos como a seda e a organza. Uma exposição permanente reúne cerca de 5 mil peças de alta-costura e 15 mil acessórios, além de croquis, fotografias e reportagens publicadas na imprensa. Um auditório e uma biblioteca com mais de 5 mil livros raros e antigos de história, cultura, literatura e arte de Marrocos completam a estrutura do local.

O mYSLm abre todos os dias (exceto quarta-feira) das 10h às 18h. Um outro museu bastante interessante e muito visitado na cidade é o Museu de Marrakesh. Instalado dentro do Palácio Menbbi, abriga obras de arte contemporânea de artistas marroquinos e orientalistas de outros países, peças etnográficas (cerâmicas, joia, armas, roupa, objetos de culto judaico, portas e mobílias diversas) e documentos históricos (caligrafia e gravuras). Inaugurado na década de 1990, o acervo é constituído pelas coleções particulares do seu fundador, o mecenas marroquino Omar Benjelloun. Abre diariamente das 9h às 18h30.

Foto por Istock/ LumiCreativeStudio
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MESQUITA, SOUK E PRAÇA GIGANTESCA 

Magnífico exemplar da arte moura, a Mesquita Koutoubia possui um minarete que é considerado um dos mais belos do mundo. Tanto que serviu de modelo para os das mesquitas de Rabat (Torre Hassan) e de Sevilha (Giralda). Com 69 metros de altura e 12,8 metros de largura, a torre é adornada com quatro globos de cobre. A mesquita é decorada com faixas de cerâmica, ameias pontiagudas no parapeito e pequenos arcos. À época da sua construção, em 1158, era considerada uma das maiores do mundo árabe.

Foto por Istock/ mmeee
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Localizada a 300 metros da Praça Djemaa el-Fna, é um local sagrado para os muçulmanos. Infelizmente, não-muçulmanos são impedidos de entrar na mesquita.

gran finale em Marrakesh tem que ser no souk na Medina e na Praça Djemaa el-Fna. Há duas interpretações para o nome da praça: Assembleia dos Mortos, pois no passado era o local onde criminosos eram executados; e “lugar da mesquita desaparecida” pois a palavra djemaa também significa mesquita – referência a uma que foi destruída.

Considerada uma das maiores do mundo e a mais movimentada da África, a praça reúne diariamente acrobatas, encantadores de serpente, dentistas ambulantes, videntes, mágicos, contadores de história e tudo que você pode imaginar. À noite, o espaço é também dividido com barracas de comidas típicas – carnes grelhadas, caracóis, salsichas, cuscuz e até cérebro de cordeiro -, além de muito chá de menta.

No interior da Medina funciona o imenso souk, mercado tradicional muito comum em cidades do Norte do continente africano. Do século 11 ficaram as muralhas com 14 quilômetros e dez portas de entrada. No lado de dentro um emaranhado de corredores, vielas, aromas e uma multidão de turistas comprando de tudo um pouco nas mais de 30 mil tendas que abrem diariamente até as 22h. Entre os produtos comercializados estão os famosos óleos de argan, pashminas, prataria, vasos de cerâmica, roupas típicas, bolsas, quadros, frutas, especiarias e muitos outros.

Foto por Istock/ AlxeyPnferov
Foto por Istock/ AlxeyPnferov

Uma dica importante: diga que é brasileiro, porque o preço costuma ser maior para os europeus. E não esqueça de sempre barganhar antes de definir a compra. Em geral, o preço pedido pelos vendedores é o dobro ou mais que o valor real.

MÁLAGA Costa do Sol na Andaluzia 

Após três dias em Marrakesh é hora de partir para Málaga, a charmosa cidade costeira espanhola onde nasceram o genial Pablo Picasso e o ator Antonio Banderas. Mas não sem antes curtir um pouco mais do Marrocos. O voo de apenas 50 minutos da Royal Air Maroc faz uma conexão na clássica Casablanca e há a possibilidade de optar por um pernoite incluído. Oportunidade para um jantar na cidade que é mundialmente conhecida pelo filme do mesmo nome. Após mais 1h45 de voo chegamos a Málaga, uma das joias da Andaluzia e um dos portos mais importantes da Espanha. Ao longo da história, a cidade foi dominada por fenícios, romanos e mouros. Construções desses períodos formam um precioso patrimônio histórico. Suas ruas estreitas guardam relíquias históricas, igrejas seculares, museus interessantes.

Foto por Istock/ SeanPavonePhoto
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Com pouco mais de 600 mil habitantes, a cidade chega a dobrar durante a primavera e verão. O principal motivo de atração é a Costa do Sol, que abriga balneários famosos como Marbella Torremolinos, que fazem a alegria dos turistas. A praia mais próxima do centro é a Playa de la Malagueta.

No início dos anos 2000, Málaga entrou definitivamente no mapa do turismo mundial. A inauguração, em 2003, do Museu Picasso foi só o início de um grande processo de revitalização da cidade. Depois, modernizou o seu porto e se abriu para o Mediterrâneo. Um agradável calçadão liga o centro até o mar. No caminho estão o Jardim Botânico e a filial espanhola do Centro Pompidou de Paris.

CONJUNTO ARQUITETÔNICO E HISTÓRICO 

Comece o tour passeando pelo centro histórico, onde estão monumentos como a Alcazaba, um palácio-fortaleza árabe do século 10, a Catedral, um bom exemplo de templo renascentista andaluz, e o Teatro Romano.

A impressionante Alcazaba – também Alcáçova ou Alcassaba – foi erguida na cidade entre os séculos 8 e 9 pelo rei muçulmano Badis, de Granada, sobre uma edificação de origem fenícia. Considerada a edificação militar moura mais preservada da Espanha, abriga lindos jardins de rosas e jasmins.

Foto por Istock/ nito100
Foto por Istock/ nito100

Originalmente, a cidadela servia como proteção contra a entrada de inimigos, porém, também foi local de residência de governantes muçulmanos. Sua área atual de 15 mil metros quadrados não é nem a metade do tamanho que possuía na sua época de maior esplendor.

Aberta de novembro a março das 8h30 às 19h; e de abril a outubro das 9h30 às 20h.

Um caminho à direita da Alcazaba leva à colina onde está o Castelo de Gibralfaro, local de onde tem-se uma vista lindíssima da cidade. Erguido no século 8 e reconstruído nos séculos 14 e 15 como proteção à cidadela, ganhou esse nome em referência às ruínas do antigo farol fenício no alto do monte, que os árabes chamavam de Yabal Faruh – monte do farol.

Foto por Istock/ Leonid Andronov
Foto por Istock/ Leonid Andronov

O Centro de Interpretación del Castillo exibe objetos de uso cotidiano, sobretudo militar, dos séculos 16 ao 20. O Castelo foi o último reduto da cidade a ser conquistado pelos reis católicos, em 1487, encerrando oito séculos de dominação muçulmana.

Aberto para visitação de outubro a março das 9h às 18h; e de abril a setembro das 9h às 21h.

Aos pés da Alcazaba, o Teatro Romano remonta do século 1 a.C., e permaneceu em atividade até o século 3 d.C. Durante séculos, permaneceu escondido no subsolo. Foi descoberto em 1951. Juntamente com o Castelo de Gibralfaro e a Alcazaba, formam o conjunto arquitetônico e histórico mais importantes da cidade. Sem dúvida uma visita obrigatória.

Foto por IStock/ amoklv
Foto por IStock/ amoklv

IGREJAS E MUSEUS 

Catedral de Málaga – ou Nuestra Señora de la Encarnación -, nas imediações da Calle Santa Maria, foi construída no século 16 no local onde antes havia uma mesquita, algo comum na Andaluzia no período da Reconquista. Vale destacar a combinação de estilos gótico, renascentista e barroco, além do magnifico coro, esculpido por Pedro de Mena.

Inacabada e com apenas uma torre, ganhou o apelido de La Manquita. A outra torre ficou pela metade. Sua construção ressalta a forte presença do Renascimento espanhol, embora a fachada seja barroca.

Abre de segunda a sexta-feira das 10h às 18h; e aos sábados das 10h às 17h.

Mas o templo mais antigo de Málaga é a Igreja de Santiago, construída em 1490, também sobre uma mesquita. Nela foi batizado o artista Pablo Picasso. O interior da igreja é belíssimo.

Foto por Istock/ PhilDarby
Foto por Istock/ PhilDarby

Nas proximidades está a Plaza de la Merced e o edifício onde Picasso nasceu em 1881. O local foi declarado Monumento Histórico- Artístico e atualmente é sede da Fundação Picasso, que abriga um museu com objetos pessoais do pintor, uma biblioteca e um centro de exposições temporárias. A coleção permanente soma 155 obras doadas pela família e contempla desde os primeiros estudos acadêmicos até trabalhos em cerâmica.

Abre para visitação de terça a quinta-feira das 10h às 20h; sexta e sábado das 10h às 21h; e domingos das 10h às 20h.

Quem aprecia visitar museus durante as viagens vai curtir Málaga. Entre as opções interessantes está o de Belas Artes com telas dos pintores Murrillo e Zurbarán, entre outros. Destaque para obras do início da carreira de Picasso.

Palácio de Villalón abriga o Museu Carmen Thyssen Málaga e sua importante coleção de obras de artistas espanhóis do século 19. Para quem prefere a arte contemporânea, o CAC Málaga – Centro de Arte Contemporânea tem acervo com obras de artistas relevantes da atualidade.

Foto por Istock/ Bob Douglas
Foto por Istock/ Bob Douglas

Na margem do calçadão que liga o centro ao Mediterrâneo, o Centro Pompidou chama a atenção pelo seu visual, um enorme cubo de vidro colorido ao lado do porto. Primeira filial do Centro Georges Pompidou fora da França, guarda uma seleção com 90 obras da coleção da unidade de Paris, que leva os visitantes em uma viagem pela arte dos séculos 20 e 21. No cardápio obras de Picasso, Frida Kahlo, Constantin Brancusi, Antoni Tàpies e Orlan, entre outros.

Quando a fome bater, siga para o Mercadão de Málaga para comer deliciosas tapas acompanhadas de uma cerveja. O entreposto comercial é bem organizado, limpo e a principal atração são as tendas que comercializam peixes.

FESTAS E ARREDORES 

Dependendo da época do ano, os viajantes podem se deparar com festas grandiosas em Málaga. As duas mais populares da cidade são a que acontece na Semana Santa e a Feira de Málaga. A primeira é considerada de interesse turístico internacional e a segunda enche de alegria as ruas durante o mês de agosto.

Se tiver tempo para uma escapada, as opções nos arredores são as cidades de OjénCoínCasares Mijas, distantes poucos quilômetros do centro de Málaga. No caminho, nas estradas, é impossível não se deslumbrar com o incrível visual das serras e dos verdejantes campos de golfe.

Foto por Istock/ Sean Pavone
Foto por Istock/ Sean Pavone

Outra possiblidade é Ronda, uma cidadezinha romântica que deu fama à Andaluzia. Uma ponte construída no século 18, que rasga a montanha rochosa, divide a cidade em duas partes – a antiga e a nova. Entre os atrativos estão a Praça de Touros mais antiga da Espanha, a Praça da Duquesa de Parcent, a Igreja de Santa Maria Maior, a Câmara Municipal e o Palácio de Mandragon – antiga sede de governadores e reis.

GIBRALTAR Pequena e cercada de natureza 

Reserve o último dia da viagem para um bate e volta à pequena Gibraltar, um território britânico ultramarino localizado próximo da ponta mais meridional da Península Ibérica, sobre o Estreito de Gibraltar. Distante da Grã-Bretanha, mas a apenas poucos quilômetros do continente africano, é conhecido por seus macacos.

Foto por Istock/ Artur Bogacki
Foto por Istock/ Artur Bogacki

O pequeno território de menos de 7 quilômetros quadradas tem cerca de 30 mil habitantes, faz fronteira com Espanha e é famoso pelo seu maciço de pedra calcária que se eleva de forma impressionante do mar circundante. Em Gibraltar vivem inúmeras espécies de animais selvagens, sendo um paraíso para os amantes da natureza.

Uma curiosidade em Gibraltar é o seu aeroporto, único no mundo cuja pista é cortada por uma avenida, a Wiston Churchillpela qual passam diariamente pedestres e veículos. Cena comum é ver os carros parando no sinal vermelho para um avião passar.

Outro destaque é Estreito de Gibraltar, a estreita faixa de água que separa o Mar Mediterrâneo e o Oceano Atlântico, e a Europa da África. Ao Norte está a Espanha e Gibraltar; ao Sul, Marrocos e Ceuta, enclave espanhol no Norte de África. Na antiguidade era conhecido como “Os Pilares de Hércules”.

Confira, a seguir, as principais atrações do destino:

Catedral de Santa Maria – Igreja construída pelos espanhóis em 1462, foi praticamente destruída durante o grande cerco de 1810, mas foi reconstruída no século 19.

Castelo dos Mouros – Ícone da arquitetura de Gibraltar, foi construído no ano 711, quando os Mouros invadiram a Europa. O edifício é cercado por muralhas de pedras. Do alto da Torre da Menagem tem-se uma vista panorâmica da ilha. Abre diariamente das 9h30 às 18h15.

Gruta de San Miguel – Situada a 300 metros acima do nível do mar, possui beleza sem comparação devido à formação de estalactites e estalagmites. Ela faz parte de um complexo que engloba um outro grupo de grutas como Leonora`s Cave e Lower St Michael`s Cave.

Foto por Istock/ swilmor
Foto por Istock/ swilmor

Rochedo de Gibraltar – Principal cartão-postal da cidade também é conhecido como Coluna de Hércules. O monte tem 428 metros de altura e uma vista privilegiada. Em dias claros e sem nuvens é possível ver uma pontinha do continente africano. O local recebe, anualmente, cerca de 800 mil turistas.

The Rock Apes – É lá que vivem os macacos de Berberia, a única espécie que vive em liberdade no território europeu. Os animais são bastante amistosos com os turistas – puxam cabelos, sobem nas cabeças dos visitantes, pegam na mão e ainda fazem pose para selfies.

Europa Point – Ponto mais meridional do destino, no final do Rochedo de Gibraltar. A área é plana e ocupada por um campo de jogos e alguns edifícios. É o Miradouro mais famoso de Gibraltar e possibilita ver onde a Europa termina e a África começa.

Foto por Istock/ Vladimirs_Gorelovs
Foto por Istock/ Vladimirs_Gorelovs

Ponte Suspensa de Windsor – Atração ideal para quem tem coração forte e curte adrenalina. Construída sobre o Royal Anglian Way, um desfiladeiro de 50 metros de profundidade, tem 71 metros de comprimento. O resultado é uma vista magnífica do estreito, da baía e da cidade.

Texto por: Roberto Maia – Revista Qual viagens

Foto destaque por Istock/ Leonid Andronov

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