Quando entramos numa livraria, congelamos intimidados pela quantidade da variedade de títulos de vários tamanhos, formas e conteúdos.

Pare um minuto, imagine que, ao invés de intimação, você sentisse aconchego, eles aguardam a possibilidade de apenas guiá-lo nessa sua escolha, seja ela de aprendizado, entretenimento, cultura ou tantas outras possibilidades.

Ler é conhecer-se pouco a pouco, e, muitas vezes não somos nós que escolhemos os livros que queremos ler, mas eles nos escolhem. Quantas vezes você se viu olhando os títulos e foi conquistada por um título, uma capa, uma resenha? Acredite, leve-o, ele te escolheu e você não irá se arrepender.

Buscamos apoio, romance, autoconhecimento, sempre nos conhecendo melhor, abstraindo, fazendo viagens necessárias. Poder parar e refletir. Ler, mas ler devagar, porque o resto do mundo já é muito veloz, e o momento da leitura é todo seu.

Dar uma chance a um novo autor, perder-se, ter a liberdade.

Por isso, lemos, por isso vamos a uma livraria, educa-se e, logo logo já estamos criando.

E poder conversar sobre conclusões e não apenas frases já prontas, satisfaz e nos tornamos não só mais exigentes mas mais felizes.

Afinal, pensar é igual andar.