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Silvia Cassalichio

Consultora de viagens ha mais de 30 anos. Planejando Roteiros Personalizados: Informações, dicas, orientações do que visitar, como se locomover nas cidades, melhores caminhos, visitas indispensáveis, museus, parques, shoppings, etc.

HUNGRIA

16 de junho de 2017 | Silvia Cassalichio

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Certamente um dos lugares mais autênticos e surpreendentes da Europa, a Hungria é um verdadeiro pedacinho de contos de fadas. Repleta de construções góticas e neo-renascentistas, pequenas ruas com piso de pedra, e cafés e choperias rústicas, a Hungria é considerada um dos destinos prediletos do leste europeu.

É possível especular que o caráter reservado dos Húngaros, pelo menos no contato inicial, provém da sua natural desconfiança. É que o país se aliou “com os lados errados” durante as guerras mundiais, expressão usada pelos próprios locais, e acabaram sendo bombardeados (pelos dois lados) durante os acontecimentos. A época do comunismo leninista que seguiu as guerras tampouco melhorou o ânimo do país, valendo até um levantamento popular contra a ditadura em 1956. Mas, assinalado o fim do comunismo em 1989, hoje é possível ver, nos velhos edifícios baleados, o esplendor dos tempos do Império Austro-Húngaro pré-guerras, em que os dois países eram governados por um só rei, e o otimismo pós-leninista que viu o país tornar-se membro da União Europeia, em 2004. Grande parte da arquitetura do país, principalmente na capital Budapeste, é repleta de luz e graça, já que Paris foi uma das cidades que inspirou a grande reforma de 1873.

Mesmo sem saídas para o mar, o país é regado pelo segundo rio mais extenso da Europa, o rio Danúbio, que cruza o país de norte a sul e divide Budapeste em dois, Buda e Peste.
Aliás, a capital húngara é o resultado da junção de três cidades: Buda e Obuda (que se juntaram antes), com Peste. Buda é a parte mais alta e Peste é a parte mais baixa e plana.
O metrô da capital é o segundo mais antigo do mundo (logo após o de Londres) e as carruagens da Linha 1, datadas de 1896, são um charme que só. Essa é uma boa forma de circular em Budapeste, mas o sistema tem apenas três linhas, por isso será preciso usar os bondes, tróleis e ônibus públicos. Não use mapas anteriores a 2011, já que houve mudanças nos nomes de ruas nesse ano e também nos números dos ônibus em 2008. Prefira comprar um guia novo no quiosque dos transportes públicos, o BKV. Em caso de dúvida, pergunte às pessoas locais, que costumam estar bem informadas. Não entre em táxis sem logos corporativos e prepare-se para pagar bastante por eles.

Na sua visita à cidade, comece por absorvê-la de cima, desde o Castelo de Buda. Subindo a colina onde está localizado, você vai encontrar um pequeno bairro da idade medieval encantador. O conjunto de edifícios do século 13 passou por construções e reconstruções ao longo dos séculos, sobretudo durante quatro décadas após a II Grande Guerra. O esforço foi recompensado, já que o espaço ganhou o título de Patrimônio da Humanidade em 1987. Hoje, ele sustenta o acervo da Galeria Nacional, que inclui as melhores obras de arte húngaras, e o Museu da História de Budapeste. No seu coração, a igreja Matias vai encantar os menores, por ter sido palco de coroação de reis e rainhas no passado.

Mas a melhor vista panorâmica da cidade não fica muito longe dali. É no terraço neogótico do Bastião dos Pescadores, um dos monumentos mais bonitos da cidade, que foi construído em homenagem às sete tribos magiares fundadoras da cidade.

Já no lado de Peste, a atração mais visitada pelos turistas é também o maior prédio em área de todo o país. O edifício do Parlamento foi projetado em 1896 e foram usados mais de 40 quilos de ouro na construção da sua fachada. Lá dentro é possível ver a Coroa Sagrada da Hungria, usada pelos monarcas antes da instauração da república.

Nesse lado da cidade também se encontra o bairro judeu. Embora muitas ruas da região ainda não tenham sido restauradas desde a Segunda Guerra Mundial, muitos jovens empreendedores têm aproveitado para reavivar a área com novos bares e lojinhas, num movimento chamado “ruin pubs”. Ao descer nas estações de metrô Deak Ferenk Tér ou Astoria, há placas indicando o caminho para a Sinagoga, que é o maior da Europa e um dos pontos mais visitados na cidade, pela sua grandiosidade e detalhe na decoração da fachada. No mesmo lugar ainda, é possível visitar o museu judeu, com um memorial às vítimas do Holocausto.

É impossível escapar às feridas deixadas pelos nazistas e comunistas na Hungria. A Casa do Terror é uma antiga prisão e centro de registros dos espiões da população, que mostra bem a “troca de casacas” do país: a casa foi usada para as mesmas funções, quase pelas mesmas pessoas, para diferentes sistemas políticos.

Do leque das tradições húngaras, os banhos termais estão entre os mais importantes. Ainda hoje, são pontos de encontro da vida social da população, onde as pessoas se reúnem e discutem política, economia e cultura. Só na capital, existem cerca de 28 banhos termais e mais de 70 milhões de litros de água para garantir os banhos. Não é difícil entrar na onda da tradição. Os preços de acesso variam entre R$ 20 e R$ 45. Massagens e tratamentos são pagos à parte. A maioria das termas é mista, mas alguns spas organizam dias de separação dos sexos. É recomendável levar dinheiro, pois algumas casas não aceitam cartão.

O spa Széchenyi é o maior da Europa e um dos mais bonitos. Construído em estilo neobarroco, foi inaugurado em 1913 e oferece três piscinas externas e mais de 15 internas com tamanhos, temperaturas, cores e propriedades medicinais diferentes. É possível até jogar xadrez dentro da água! Ao longo do ano são organizadas festas noturnas que transformam banhos em divertidas baladas. Vale a pena conhecer também as termas do hotel Gellért, desta vez em arte nouveau e de uma elegância divina.

Se não conseguir ficar longe das compras nas suas viagens, fuja da armadilha turística do calçadão Váci Urca (mas não resista a dar pelo menos uma espiadinha…), e bata perna na Avenida Andrassy. Marcas renomadas como Gucci, Hermès, Cavalli, Burberry e Hugo Boss estão concentradas ali, e a rua com calçadas arborizadas e ares de Champs-Élysées ainda oferece restaurantes super modernos. Lá estão localizados a belíssima Casa da Ópera e um quarteirão inteiro dedicado ao compositor Franz Liszt. No fim da avenida, não deixe de passear pela Praça dos Heróis, ladeada pelo Museu de Belas Artes e pelo Palácio da Arte.

Para quem gosta de comprar mas não de gastar, o Mercado Central é um bom lugar para as obrigatórias lembrancinhas. A arquitetura do edifício de 1896 foi inspirada nas obras de Gustav Eiffel. Podem ser encontrados por lá o amargo licor húngaro Unicum, o conhaque Pálinka, bons vinhos nacionais, páprica (o tempero nacional), camisetas e ímãs de geladeira.

O restaurante Fakanál, no andar mais alto do mercado, serve um autêntico goulash, a sopa típica à base de várias carnes, acompanhado de cebola, repolho, batatas, cenouras e muita páprica. Na gastronomia típica da Hungria, os locais apreciam as carnes de caça, como o javali, sopas de legumes, guisado de carne de porco (o pörkölt) e salames. Mas é nas guloseimas que eles realmente perdem a cabeça! Os seus doces de mil folhas e os bolos com doce de leite são famosos no mundo inteiro. O bolo Dobos, com sete camadas de chocolate, é uma delícia que pode ser encontrada no café Gerbeaud, o elegante local de rendez-vous desde 1858, que dizem ter sido o de eleição da rainha Sissi, do Império Austro-Húngaro.

A monarca de bom gosto também tinha outro recanto preferido: o Palácio Real de Gödöllő, nos arredores da capital, que vale a visita pelo seu parque, estufa, 23 majestosos cômodos e salão de hipismo, coberto.

Para chegar à Hungria, ainda não existem voos diretos. As melhores opções são os voos com conexão oferecidos pela KLM, em Amsterdã, a Lufthansa, via Frankfurt, a Alitalia, parando em Roma, a Iberia, em Madri, a Swiss Airlines, via Zurique e a British Airways, parando em Londres.

roteiros personalizados : e-mail: silvia_cassalichio@hotmail.com ou whatsapp (11) 992925411


As osterias e bacari de Veneza.

5 de junho de 2017 | Silvia Cassalichio

O Bacareto da Lele fica perto da estação de trem, vive lotado. Ótima variedade de panini

Um modo bem legal de conhecer Veneza é programar um passeio por suas osterias, uma espécie de pequeno restaurante, mas muito informal que serve tira-gostos. A tradição da culinária veneziana é muito baseada em peixes e frutos do mar, mas os tira-gostos que você vai encontrar nesses típicos espaços gastronômicos são variados e deliciosos.
As osterias venezianas se chamam bacari (se pronuncia bácari) e os tira-gostos servidos se chama cicheti (se pronuncia schi-que-ti). É um pouco difícil fazer um resumo ou seleção das melhores porque elas estão espalhadas por todos os sestieri (bairros) de Veneza. O ideal é combinar um passeio de gôndola pela manhã e logo após fazer um lanche em um bacaro. Ou então fazer o passeio de gôndola no final do dia e depois o famoso aperitivo (happy hour) no bacaro.

comer em veneza bacari

Como as opções são muitas, o legal é fazer mais de um bacaro. Na região de Rialto existem muitos bacaros legais. Algumas opções: Al Mercà, Muro Venezia Rialto e Osteria Banco Giro. Ficam na pracinha com vista linda pro Canal Grande.

Outro bacaro famoso não muito longe da Accademia é o Al Bottegon. Os crostini são excelentes e você pode pedir uma taça de vinho ou um spritz e apreciar o pequeno canal em frente à osteria.

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Outra vantagem das osterias é o preço. Os tira-gostos são bem baratinhos e se você for ao lugar certo com certeza vai comer muito bem. Geralmente eles usam ingredientes frescos para reproduzirem bem os tira-gostos da tradição veneziana. Algumas agências oferecem passeios de gôndola ou passeios culturais pela cidade com a possibilidade de fazer um tour pelos bacaros. Vale a pena unir as duas coisas! Se quiserem informações a gente tem os contatos, é só mandar um email para : silvia_cassalichio@hotmail.com

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Itália de carro: cidades imperdíveis entre Roma e Florença

3 de junho de 2017 | Silvia Cassalichio

Para quem não tem pressa, a viagem de uma cidade a outra pode render paradas memoráveis

Sem paradas, a viagem de carro entre Roma e Florença leva de três a quatro horas. Mas, se você tem o dia livre, vale a pena desviar um pouco o caminho para conhecer cidades belíssimas.

A duas horas de Roma, Civita di Bagnoregio é de longe o meu lugar favorito na Itália. Conhecida como “la città che muore”, esse pequeno vilarejo fica no alto de um morro, que está sendo corroído pela erosão. Para chegar até lá, é preciso atravessar uma ponte estreita, por onde só passam pedestres, bicicletas ou motos.

Civita di Bagnoregio tem ruelas extremamente fotogênicas, que levam para uma verdadeira viagem no tempo. Uma curiosidade é que a cidadezinha foi usada de cenário para algumas gravações da novela “Esperança”, com Reynaldo Gianecchini.

Depois de fotografar cada ângulo da cidade, siga por mais uma hora e meia até Montepulciano, outra que fica no topo de uma colina. Por lá, aprecie as vistas para o Val’Dorcia e se perca pelas ruelas estreitas, que guardam palacetes renascentistas, igrejas antigas e belas praças. A cidade também apareceu nas telinhas como cenário do filme Lua Nova, da saga Crepúsculo.

Sua próxima parada deve ser Siena, a apenas uma hora de Montepulciano. Na Idade Média, a cidade disputava com Florença o domínio comercial da região. Hoje, é famosa por sediar o Palio di Siena, uma das corridas de cavalo mais antigas do mundo. O evento acontece entre julho e agosto na Piazza del Campo, que tem formato de leque.

Conheça também o Palazzo Pubblico, que tem um imponente campanário do século 14, e a Piazza del Duomo, cuja catedral foi projetada para ser maior que o duomo fiorentino (até a peste de 1348 limitar a verba da obra). Caso queira pernoitar no caminho, Siena é a melhor opção, com boa infraestrutura e variedade de hotéis.

Antes de seguir para Florença, vale visitar San Gimignano, que fica a apenas uma horinha de Siena. Cercada por uma muralha, a cidade é dona de nada menos que 15 torres medievais. Quanto mais alta a torre, maior a fortuna e o status da família a qual ela pertencia.

Para fechar a viagem, prove o gelatto da Dondoli, que já ganhou prêmio de melhor sorvete do mundo. Duas bolas custam € 2,50 e a loja costuma ter filas que se estendem pela Piazza della Cisterna.

 

Mais informações, elaboração de roteiros personalizados com Silvia Cassalichio  – Whatsapp: (11) 992925411


DINAMARCA Agricultura Orgânica e Cerveja

23 de maio de 2017 | Silvia Cassalichio

 

Nossos passeios nas fazendas são uma ótima maneira de desfrutar de algumas técnicas de agricultura, além de apreciar belas paisagens e a cultura local na companhia de viajantes com o mesmo interesse.

Dinamarca é um país da Europa do Norte cheio de planícies e vastas pastagens, onde o turismo rural está bem próximo de cidades como Copenhagen e Odense. Técnicas agrícolas sobre produtos orgânicos e a criação de porcos não poderiam faltar neste roteiro, além da degustação da famosa cerveja dinamarquesa “Carlsberg”.

A melhor época do ano para visitar a cidade é o verão (de junho a agosto). Durante o ano, as temperaturas variam entre 1⁰C em janeiro até 20⁰C em julho. Os ventos vindos do mar trazem muita umidade e os nevoeiros são frequentes.

 

Roteiro Diferente

1ºDIA – BRASIL / COPENHAGUE

Apresentação no Aeroporto para embarque com destino a Copenhague.
2ºDIA – COPENHAGUE / FRORUP – FAZENDA FREDERIKSHOJ

Chegada a Copenhague, a belíssima capital da Dinamarca e traslado privativo com Guia local acompanhante falando Português a fazenda Frederikshoj, criada em 1803 como fazenda experimental na localidade de East Fynn, próximo à cidade de Frorup, e hoje totalmente reformada para hospedagem de turismo rural. Após viagem de 145 quilômetros chegaremos na fazenda. Acomodação e almoço orgânico BUFFET INCLUSO SEM bebidas. (NOTA IMPORTANTE: O almoço estará sujeito a hora da chegada do Grupo na Fazenda Frederikshoj). O almoço buffet oferece pratos diversos tais como: lombo de vitela grelhada com cebolinhas e estragão; lombo marinado com cogumelos assados; cordeiro com mostarda e mel orgânico; torta de batatas com azeite de trufas; três tipos de saladas com molho à vinagrete; três tipos de pães e sobremesas variadas. Tempo para descansar ou fazer atividades independentes. à tarde, teremos a disposição café, chá e biscoitos para o lanche. à noite, Jantar orgânico INCLUSO, onde será servido um menú de 3 pratos SEM bebidas. As opções de menú para o jantar incluem como entrada: salada de frango com champignon, sopa cremosa de couve-flor e croutons; ou lombo de porco defumado com creme de leite picante e cebolas em conserva. Como prato principal as opções são: frango grelhado com milho, beterrabas e bacon; lombo de porco à milanesa com cebola grelhada, salada com repolhos e rabanete. Como sobremesas, as opções são: creme de baunilha com caramelo e amendoim recoberto de sorvete, bolo de limão e queijo coberto com espuma de creme de leite e sorvete de baunilha com chocolate e bolachas crocantes.
3ºDIA – FRORUP – FAZENDA FREDERIKSHOJ / FAZENDA ORGÂNICA RISBJERG LANDBRUG / MERCADO ORGÂNICO CAROLINE / FRORUP – FAZENDA FREDERIKSHOJ

Café da manhã orgânico na Fazenda onde serão servidos café, chá, suco de frutas, pães caseiros, presunto, queijo, salsicha, salame, leite, iogurte, cereais e aveia. A seguir, após aproximadamente 45 quilômetros, com Guia local falando Português ou Espanhol chegaremos na Fazenda orgânica Risbjerg Landbrug onde se criam suínos e são desenvolvidas técnicas agrícolas e serão feitas visitas técnicas durante aproximadamente 3 horas no local. A continuação iremos ao Mercado Orgânico Caroline, localizado nas redondezas, onde haverá uma palestra de um especialista em agricultura e culinárias sustentáveis locais. almoço orgânico INCLUSO no Mercado Caroline, servindo tapas e sanduíches INCLUSO SEM bebidas. Compraremos no mercado (INCLUSO NO PREÇO) os ingredientes que usaremos no Jantar na fazenda, onde teremos a oportunidade de preparar nossa própria refeição. Retorno a fazenda e Jantar orgânico INCLUSO SEM bebidas, onde será servido um menú de 3 pratos SEM bebidas.
4ºDIA – FRORUP – FAZENDA FREDERIKSHOJ / FAZENDA DE PORCOS LINKEHOEJ / FRORUP – FAZENDA FREDERIKSHOJ

Café da manhã orgânico na fazenda. A seguir, após viagem aproximada de 55 quilômetros, com Guia local falando Português ou Espanhol chegaremos na Fazenda de Porcos Linkehoej para uma visita de dia inteiro, onde um especialista nos dará uma palestra sobre a indústria de suínos e seus impactos econômicos e ambientais. NOTA IMPORTANTE: A Fazenda de Porcos visitada poderá ser diferente, já que a visita a mesma depende de uma autorização do Ministério de Agricultura da Dinamarca. A continuação, será servido almoço orgânico INCLUSO na Fazenda Linkehoej, onde será servido um menu de 3 pratos SEM bebidas. Retorno à Fazenda Frederikshoj no final da tarde e restante do dia livre (SEM Guia local). à noite, será servido Jantar orgânico INCLUSO na Fazenda Frederishoj onde será servido um menú de 3 pratos SEM bebidas.


5ºDIA – FRORUP – FAZENDA FREDERIKSHOJ / ODENSE / COPENHAGUE

Café da manhã orgânico na fazenda. A seguir sairemos com destino a cidade de Odense, onde chegaremos após viagem aproximada de 35 quilôme-tros, com Guia local falando Português ou Espanhol, para visitar com ingresso INCLUSO, o Museu Hans Christian Andersen, mundialmente famoso escritor dinamarquês de histórias infantis dentre as mais conhecidas estão: O Patinho Feio, O Abeto e Os Sapatinhos Vermelhos. Ao término da visita continuamos nossa viagem em direção a Copenhague, onde chegaremos após viagem de aproximadamente 170 quilômetros. Chegada em Copenhague e visita guiada, com Guia local falando Português ou Espanhol com direito a degustação (INCLUSA) na famosa Cervejaria Carlsberg. Como preparar a cerveja perfeita? Por nunca estar satisfeito, JC Jacobsen, fundador da Cervejaria Carlsberg, perseguiu o sonho incansavelmente há quase 200 anos. A antiga fábrica de Cerveja Carlsberg, fundada em 1847, foi convertida em um centro moderno, com exposições interativas usando efeitos de som, iluminação e aromas. Nossa visita nos guiará através da história da cerveja artesanal, bem como a evolução da empresa em uma empresa global. A Cervejaria possui também a maior coleção de garrafas no mundo, exibindo mais de 16.600 tipos diferentes de garrafas de cerveja. No Bar Jacobsen degustaremos duas das cervejas de sua escolha com o nome de «Jacobsen Limited Edition» as quais não estão disponíveis em nenhum outro lugar. Acomodação no Hotel Scandic Copenhague ou similar. almoço NÃO INCLUSO. à tarde, faremos uma visita panorâmica, com Guia local falando Português ou Espanhol, aos principais pontos turísticos, históricos e arquitetônicos de Copenhague, apreciando a Praça da Prefeitura, Fonte Gefion, a Pequena Sereia, a Igreja de Grundtvig, o imponente Palácio de Christianborg e o Palácio Real, incluindo um passeio de barco pelos canais de Copenhague com duração de uma hora. O tour termina no Hotel. Jantar NÃO INCLUSO. No final do dia, sugerimos fazer por conta própria uma visita ao parque Tivoli, que fica no coração da cidade.
6ºDIA – COPENHAGUE / RIVIERA DINAMARQUESA / CASTELO DE KRONBORG EM HELSINGOR / COPENHAGUE

Café da manhã BUFFET no hotel. Sairemos em ônibus privado e Guia local acompanhante falando Português ou Espanhol para um passeio de dia inteiro ao Norte da Ilha de Selandia, onde conheceremos a bela Riviera Dinamarquesa e o imponente Castelo de Kronborg (ENTRADA INCLUSA). O Castelo de Kronborg está localizado na cidade de Helsingor e foi imortalizado na peça “Hamlet” de William Shakespeare, Kronborg é um dos castelos mais importantes do Renascimento no norte da Europa e foi adicionado à lista de Patrimônio Mundial da UNESCO no dia 30 de novembro de 2000. Em seguida teremos um almoço orgânico INCLUSO, onde será servido um menú BUFFET SEM bebidas no Restaurante Marienlyst ou similar em Helsingor. O buffet inclui seleções diversas de arenques, peixes frios, sanduíches, saladas, pratos quentes típicos da Dinamarca, seleção de queijos, frutas, pães e biscoitos. No final do dia, retornaremos ao hotel em Copenhague. Jantar NÃO INCLUSO.
7ºDIA – COPENHAGUE / BRASIL

Café da manhã BUFFET no hotel. Em hora a ser determinada, traslado do hotel ao aeroporto em ônibus privado incluindo Assistente local falando Português ou Espanhol.

 

Consulta de roteiros com Silvia Cassalichio : Whatsapp : 11-992925411