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Silvia Cassalichio

Consultora de viagens ha mais de 30 anos. Planejando Roteiros Personalizados: Informações, dicas, orientações do que visitar, como se locomover nas cidades, melhores caminhos, visitas indispensáveis, museus, parques, shoppings, etc.

Bonito é rica em belezas naturais

11 de agosto de 2017 | Silvia Cassalichio

Rios de águas límpidas repletos de peixes multicoloridos, enormes cachoeiras, grutas, paredões rochosos e mata atlântica são apenas alguns dos encantos de Bonito. Localizada na região da Serra da Bodoquena, a menos de 3 horas de Campo Grande, a pequena cidade sul-mato-grossense oferece inúmeras opções de esportes radicais aos seus visitantes, por isso, prepare-se, por lá só não vale ficar parado.

Devido a inúmeros acidentes geológicos, a região ao redor de Bonito tem uma grande concentração de calcário no solo, motivo da supertransparência da água dos rios, as principais atrações turísticas da cidade. As atividades mais cobiçadas por quem visita o local são o mergulho em cavernas com observação da fauna subaquática e a flutuação. Usando roupa especial de neoprene, máscara e snorkel, o visitante se joga em rios como o Da Prata e o Formoso e deixa-se levar por águas calmas e cristalinas, observando peixes nadarem tranquilamente abaixo de seu corpo.

Outro passeio que faz sucesso entre os turistas é a visita às grutas ou cavernas de Bonito. Porém, fique atento, nesse caso é preciso mais do que vontade de conhecer, já que experiência e equipamento adequado são obrigatórios, por isso se informe em agências de turismo locais antes de tentar se aventurar.

Bonito é um dos grandes destaques no cenário turístico nacional, especialmente quando o assunto é natureza. Desde meados da década de 90, quando adotou um sistema que conseguiu equilibrar visitas e conservação do meio ambiente, a cidade virou um exemplo de turismo sustentável. Por lá, a comunidade se envolve em todos os serviços oferecidos buscando a harmonia na utilização dos recursos naturais, e os turistas são obrigados por lei a pagar taxa de visita e contratar um guia credenciado para passear pelas atrações turísticas locais. Tudo visando a preservação.

Além das belezas naturais ao seu redor, a cidade conta com uma boa infra-estrutura com hotéis e pousadas para todos os gostos e bolsos, além de boas opções de restaurantes.

O período das chuvas, entre os meses de dezembro e março, é considerado o ideal para uma viagem a Bonito. A temporada, marcada pela abundância de água, eleva o nível dos rios e apresenta cachoeiras caudalosas como nunca. Além disso, a vegetação, ainda mais verde, atrai animais silvestres em busca de alimento, tornando as atrações locais ainda mais atraentes para quem curte natureza. Já entre maio e agosto, os campos ficam mais secos, causando queimadas e afastando a fauna.

Um roteiro a sua medida: e-mail: silvia_cassalichio@hotmail.com ou Whatsapp : 992925411


Julho em ClubMed Lake Paradise

10 de julho de 2017 | Silvia Cassalichio

Preparamos uma programação especial para as crianças com aulas de circo em uma lona de tamanho real, além de um festival de inverno para você curtir ao lado de quem ama na estação mais fria do ano. Faça sua reserva e aproveite todo o conforto que o Sistema Premium All Inclusive pode oferecer.

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CIRCO

Períodos: 13/07 a 16/07 | 20/07 a 23/07 | 27/07 a 30/07

As crianças amam a magia do Circo, e pensando nisso, o Club Med trará para animar as Férias de Julho 6 modalidades circenses: Malabares, Tecido Aéreo, Perna de Pau, Bola de Equilíbrio, Corda Bamba e Acrobacias de Solo. (2)

* Pacotes com 3 diárias all inclusive:

10 a 30 julho: 8x de R$ 237 (3)

FESTIVAL DE INVERNO

Períodos: De 13/07 a 16/07 | 20/07 a 23/07 | 27/07 a 30/07

Preparamos uma programação especial para você curtir a estação mais fria do ano ao lado das pessoas que ama aproveitando o melhor do sistema Premium All Inclusive.

Além de todas as atividades convencionais oferecidas no Lake Paradise, como esportes, piscina e spa, você ainda pode aproveitar o melhor da gastronomia internacional com um menu preparado especialmente para o nosso Festival de Inverno.

* Pacotes com 3 diárias all inclusive:

10 a 30 julho: 8x de R$ 237 (3)

(1) Promoção Criança Convidada: válida somente para o Village Lake Paradise na hospedagem de até 2 (duas) crianças (até 11 anos) acompanhadas e acomodadas com 2 adultos 100% pagantes no mesmo apartamento, no período de 10/07 a 30/07/2017, de acordo com a disponibilidade dos quartos. Promoção não cumulativa com tarifas especiais e/ou outras promoções vigentes no mesmo período. As tarifas podem ser alteradas sem aviso prévio. Lugares limitados.
(2) Programação e atividades (5 horas diárias) sujeitas a alterações, e sob responsabilidade da empresa “Circo Show”. Lugares limitados.
(3) Valor por pessoa, somente hospedagem, em apartamento duplo (categoria “quarto club”), referente a 3 diárias no Village Lake Paradise dentro do período de 10/07 a 30/07/2017, incluindo 3 refeições com bebidas, bar e snack e todas as atividades de esporte e lazer All Inclusive by Club Med. Mínimo de 3 diárias. Valor não inclui taxa de inscrição Club Med , transporte, transfer, seguro viagem ou qualquer outro serviço. Pagamento parcelado em 8 vezes nos cartões Visa, MasterCard e Dinners e em até 4 vezes American Express. Descontos não cumulativos com outros descontos, tarifas especiais e/ou outras promoções vigentes no mesmo período. As tarifas podem sofrer alterações sem aviso prévio. Lugares limitados.

Consultas e reservas: e-mail: silvia_cassalichio@hotmail.com ou Whatsapp (11) 992925411 com Silvia 


HUNGRIA

16 de junho de 2017 | Silvia Cassalichio

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Certamente um dos lugares mais autênticos e surpreendentes da Europa, a Hungria é um verdadeiro pedacinho de contos de fadas. Repleta de construções góticas e neo-renascentistas, pequenas ruas com piso de pedra, e cafés e choperias rústicas, a Hungria é considerada um dos destinos prediletos do leste europeu.

É possível especular que o caráter reservado dos Húngaros, pelo menos no contato inicial, provém da sua natural desconfiança. É que o país se aliou “com os lados errados” durante as guerras mundiais, expressão usada pelos próprios locais, e acabaram sendo bombardeados (pelos dois lados) durante os acontecimentos. A época do comunismo leninista que seguiu as guerras tampouco melhorou o ânimo do país, valendo até um levantamento popular contra a ditadura em 1956. Mas, assinalado o fim do comunismo em 1989, hoje é possível ver, nos velhos edifícios baleados, o esplendor dos tempos do Império Austro-Húngaro pré-guerras, em que os dois países eram governados por um só rei, e o otimismo pós-leninista que viu o país tornar-se membro da União Europeia, em 2004. Grande parte da arquitetura do país, principalmente na capital Budapeste, é repleta de luz e graça, já que Paris foi uma das cidades que inspirou a grande reforma de 1873.

Mesmo sem saídas para o mar, o país é regado pelo segundo rio mais extenso da Europa, o rio Danúbio, que cruza o país de norte a sul e divide Budapeste em dois, Buda e Peste.
Aliás, a capital húngara é o resultado da junção de três cidades: Buda e Obuda (que se juntaram antes), com Peste. Buda é a parte mais alta e Peste é a parte mais baixa e plana.
O metrô da capital é o segundo mais antigo do mundo (logo após o de Londres) e as carruagens da Linha 1, datadas de 1896, são um charme que só. Essa é uma boa forma de circular em Budapeste, mas o sistema tem apenas três linhas, por isso será preciso usar os bondes, tróleis e ônibus públicos. Não use mapas anteriores a 2011, já que houve mudanças nos nomes de ruas nesse ano e também nos números dos ônibus em 2008. Prefira comprar um guia novo no quiosque dos transportes públicos, o BKV. Em caso de dúvida, pergunte às pessoas locais, que costumam estar bem informadas. Não entre em táxis sem logos corporativos e prepare-se para pagar bastante por eles.

Na sua visita à cidade, comece por absorvê-la de cima, desde o Castelo de Buda. Subindo a colina onde está localizado, você vai encontrar um pequeno bairro da idade medieval encantador. O conjunto de edifícios do século 13 passou por construções e reconstruções ao longo dos séculos, sobretudo durante quatro décadas após a II Grande Guerra. O esforço foi recompensado, já que o espaço ganhou o título de Patrimônio da Humanidade em 1987. Hoje, ele sustenta o acervo da Galeria Nacional, que inclui as melhores obras de arte húngaras, e o Museu da História de Budapeste. No seu coração, a igreja Matias vai encantar os menores, por ter sido palco de coroação de reis e rainhas no passado.

Mas a melhor vista panorâmica da cidade não fica muito longe dali. É no terraço neogótico do Bastião dos Pescadores, um dos monumentos mais bonitos da cidade, que foi construído em homenagem às sete tribos magiares fundadoras da cidade.

Já no lado de Peste, a atração mais visitada pelos turistas é também o maior prédio em área de todo o país. O edifício do Parlamento foi projetado em 1896 e foram usados mais de 40 quilos de ouro na construção da sua fachada. Lá dentro é possível ver a Coroa Sagrada da Hungria, usada pelos monarcas antes da instauração da república.

Nesse lado da cidade também se encontra o bairro judeu. Embora muitas ruas da região ainda não tenham sido restauradas desde a Segunda Guerra Mundial, muitos jovens empreendedores têm aproveitado para reavivar a área com novos bares e lojinhas, num movimento chamado “ruin pubs”. Ao descer nas estações de metrô Deak Ferenk Tér ou Astoria, há placas indicando o caminho para a Sinagoga, que é o maior da Europa e um dos pontos mais visitados na cidade, pela sua grandiosidade e detalhe na decoração da fachada. No mesmo lugar ainda, é possível visitar o museu judeu, com um memorial às vítimas do Holocausto.

É impossível escapar às feridas deixadas pelos nazistas e comunistas na Hungria. A Casa do Terror é uma antiga prisão e centro de registros dos espiões da população, que mostra bem a “troca de casacas” do país: a casa foi usada para as mesmas funções, quase pelas mesmas pessoas, para diferentes sistemas políticos.

Do leque das tradições húngaras, os banhos termais estão entre os mais importantes. Ainda hoje, são pontos de encontro da vida social da população, onde as pessoas se reúnem e discutem política, economia e cultura. Só na capital, existem cerca de 28 banhos termais e mais de 70 milhões de litros de água para garantir os banhos. Não é difícil entrar na onda da tradição. Os preços de acesso variam entre R$ 20 e R$ 45. Massagens e tratamentos são pagos à parte. A maioria das termas é mista, mas alguns spas organizam dias de separação dos sexos. É recomendável levar dinheiro, pois algumas casas não aceitam cartão.

O spa Széchenyi é o maior da Europa e um dos mais bonitos. Construído em estilo neobarroco, foi inaugurado em 1913 e oferece três piscinas externas e mais de 15 internas com tamanhos, temperaturas, cores e propriedades medicinais diferentes. É possível até jogar xadrez dentro da água! Ao longo do ano são organizadas festas noturnas que transformam banhos em divertidas baladas. Vale a pena conhecer também as termas do hotel Gellért, desta vez em arte nouveau e de uma elegância divina.

Se não conseguir ficar longe das compras nas suas viagens, fuja da armadilha turística do calçadão Váci Urca (mas não resista a dar pelo menos uma espiadinha…), e bata perna na Avenida Andrassy. Marcas renomadas como Gucci, Hermès, Cavalli, Burberry e Hugo Boss estão concentradas ali, e a rua com calçadas arborizadas e ares de Champs-Élysées ainda oferece restaurantes super modernos. Lá estão localizados a belíssima Casa da Ópera e um quarteirão inteiro dedicado ao compositor Franz Liszt. No fim da avenida, não deixe de passear pela Praça dos Heróis, ladeada pelo Museu de Belas Artes e pelo Palácio da Arte.

Para quem gosta de comprar mas não de gastar, o Mercado Central é um bom lugar para as obrigatórias lembrancinhas. A arquitetura do edifício de 1896 foi inspirada nas obras de Gustav Eiffel. Podem ser encontrados por lá o amargo licor húngaro Unicum, o conhaque Pálinka, bons vinhos nacionais, páprica (o tempero nacional), camisetas e ímãs de geladeira.

O restaurante Fakanál, no andar mais alto do mercado, serve um autêntico goulash, a sopa típica à base de várias carnes, acompanhado de cebola, repolho, batatas, cenouras e muita páprica. Na gastronomia típica da Hungria, os locais apreciam as carnes de caça, como o javali, sopas de legumes, guisado de carne de porco (o pörkölt) e salames. Mas é nas guloseimas que eles realmente perdem a cabeça! Os seus doces de mil folhas e os bolos com doce de leite são famosos no mundo inteiro. O bolo Dobos, com sete camadas de chocolate, é uma delícia que pode ser encontrada no café Gerbeaud, o elegante local de rendez-vous desde 1858, que dizem ter sido o de eleição da rainha Sissi, do Império Austro-Húngaro.

A monarca de bom gosto também tinha outro recanto preferido: o Palácio Real de Gödöllő, nos arredores da capital, que vale a visita pelo seu parque, estufa, 23 majestosos cômodos e salão de hipismo, coberto.

Para chegar à Hungria, ainda não existem voos diretos. As melhores opções são os voos com conexão oferecidos pela KLM, em Amsterdã, a Lufthansa, via Frankfurt, a Alitalia, parando em Roma, a Iberia, em Madri, a Swiss Airlines, via Zurique e a British Airways, parando em Londres.

roteiros personalizados : e-mail: silvia_cassalichio@hotmail.com ou whatsapp (11) 992925411


As osterias e bacari de Veneza.

5 de junho de 2017 | Silvia Cassalichio

O Bacareto da Lele fica perto da estação de trem, vive lotado. Ótima variedade de panini

Um modo bem legal de conhecer Veneza é programar um passeio por suas osterias, uma espécie de pequeno restaurante, mas muito informal que serve tira-gostos. A tradição da culinária veneziana é muito baseada em peixes e frutos do mar, mas os tira-gostos que você vai encontrar nesses típicos espaços gastronômicos são variados e deliciosos.
As osterias venezianas se chamam bacari (se pronuncia bácari) e os tira-gostos servidos se chama cicheti (se pronuncia schi-que-ti). É um pouco difícil fazer um resumo ou seleção das melhores porque elas estão espalhadas por todos os sestieri (bairros) de Veneza. O ideal é combinar um passeio de gôndola pela manhã e logo após fazer um lanche em um bacaro. Ou então fazer o passeio de gôndola no final do dia e depois o famoso aperitivo (happy hour) no bacaro.

comer em veneza bacari

Como as opções são muitas, o legal é fazer mais de um bacaro. Na região de Rialto existem muitos bacaros legais. Algumas opções: Al Mercà, Muro Venezia Rialto e Osteria Banco Giro. Ficam na pracinha com vista linda pro Canal Grande.

Outro bacaro famoso não muito longe da Accademia é o Al Bottegon. Os crostini são excelentes e você pode pedir uma taça de vinho ou um spritz e apreciar o pequeno canal em frente à osteria.

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Outra vantagem das osterias é o preço. Os tira-gostos são bem baratinhos e se você for ao lugar certo com certeza vai comer muito bem. Geralmente eles usam ingredientes frescos para reproduzirem bem os tira-gostos da tradição veneziana. Algumas agências oferecem passeios de gôndola ou passeios culturais pela cidade com a possibilidade de fazer um tour pelos bacaros. Vale a pena unir as duas coisas! Se quiserem informações a gente tem os contatos, é só mandar um email para : silvia_cassalichio@hotmail.com

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